terça-feira, 14 de junho de 2011

RATINHO PUBLICA O MAPA ERUPÇÃO:Nuvem de cinzas vulcânicas cobre parte de RS e SC, segundo FAB TAM e Gol mantêm cancelamento de voos para Argentina e Uruguai. Até as 10h, pelo menos 13 voos internacionais foram cancelados no país.

Força Aérea Brasileira divulgou que a nuvem de cinza do vulcão chileno Puyehue







voltou a cobrir na manhã desta terça-feira (14) o céu de Porto Alegre (RS) e parte de Florianópolis (SC), segundo boletim emitido às 5h pelo Volcanic Ash Advisory Centres da Argentina, instituto responsável pelo monitoramento da situação no Cone Sul.
argentina (Foto: Natacha Pisarenko/AP)Passageiros dormem enquanto esperam voos em
Buenos Aires (Foto: Natacha Pisarenko/AP)

Devido à movimentação de uma nova nuvem de cinzas, a TAM voltou a cancelar nesta manhã seus voos com origem e destino para Montevidéu (Uruguai). Anteriormente, a companhia havia anunciado que retomaria as operações para o Uruguai.

As operações no aeroportos de Buenos Aires (Argentina) permanecem suspensas pelas companhias aéreas.

Conforme novo relatório divulgado às 10h pela Infraero, pelo menos 49 dentre os 845 voos nacionais previstos até o horário foram cancelados nos aeroportos brasileiros. Dentre os 60 voos internacionais agendados, 13 foram cancelados.

O Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), é o que apresenta o maior número de voos internacionais com destino ao Cone Sul cancelados: foram 8 até o horário. Quatro chegadas que deveriam ocorrer procedentes de Montevidéu e Buenos Aires também não ocorreram. Uma partida da companhia Pluna para Montevidéu, no Uruguai, prevista para sair nesta madrugada também foi cancelada.

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* Argentina cancela retomada de voos devido às cinzas de vulcão
* Voos de SP para Uruguai e Argentina são cancelados nesta terça-feira

O aeroporto de Salvador, com seis partidas, tinha o maior número de voos cancelados dentre os voos domésticos. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, partidas com destino a Buenos Aires, na Argentina, e Montevidéu, no Uruguai, sofreram influência das cinzas do vulcão chileno Puyehue. No Rio, dois voos da Aerolíneas para Buenos Aires previstos para sair nesta manhã foram cancelados.

Salgado Filho
Todos os voos previstos para o Cone Sul foram cancelados no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, nesta terça-feira. Segundo a Infraero, quatro partidas previstas até as 10h não ocorreram, entre elas voos para Buenos Aires da TAM, Gol e Aerolineas Argentinas.

As companhias aéreas Aerolíneas Argentinas, Lan e Austral tiveram que cancelar a retomada de seus voos com origem e destino a Buenos Aires devido às cinzas do vulcão chileno Puyehue. A nuvem, resultado da erupção do vulcão há nove dias, ainda atrapalha a navegação aérea na região da Grande Buenos Aires.

A previsão é que os aeroportos de Ezeiza (periferia sul) e Aeroparque da Cidade de Buenos Aires, na capital argentina, permaneçam fechados até esta terça-feira (14). Mais cedo, a Associação Nacional de Aviação Civil (Anac) argentina chegou a reprogramar para a noite desta segunda-feira (13), às 21h, os voos que tinham sido cancelados .

Os voos comerciais nos aeroportos Jorge Newbery e Ezeiza (internacional) tinham sido suspensos na noite de domingo pela terceira vez em uma semana devido à nuvem de cinzas procedente do vulcão chileno Puyehue.

EMPRESÁRIO DE SUSSESSO ELIVAN FAUSTINO REUNE HOJE 14 COM RATINHO PARA DELIBERAR DEMANDAS DO PLEITO 2012 E RESOLVER QUESTÕES PARTIDÁRIAS COM GRUPO DO JORNALISTA QUE TERÁ UMA VAGA NA CÂMARA DE VEREADORES NO PARÁ SEGUNDO PESQUISAS.

hoje 14 de junho, o empresário ELIVAN FAUSTINO aproveitará à rápida passagem de RATINHO no Pará para se reunir com o grupo político do jornalista que dependendo da
conversa, RATINHO deverá apoiar Elivan para ser o próximo Prefeito. Ratinho viajou de Brasília até Belém para resolver questões de sua filha STEPPHANY FRANÇA e politica local sendo que um dos assuntos, é reunir com o empresário Elivan Faustino (que que é seu amigo)e já foi Vererador e candidato à Prefeito na cidade. Com bom relacionamento politico hoje em Brasilia sempre levando o nome da cidade na esfera federal e resolvando demandas da população
cal, Ratinho promete ajudar

desde que o politico ouça seu grupo e apoie seu projeto que será pautado no combate à corrupção.Recente ainda em Brasilia, o jornalista Ratinho entrevistou o Governador do Pará SIMÃO JATENE sobre o desfecho politico local. A entrevista do Governador do Pará foi concedida no aeroporto JK em Brasília onde os dois viajaram no mesmo voô de Brasília à Belém. A entrevista foi ao ar através da RÁDIO UMARI com 7 minutos de duração onde RATINHO fechou parceria com à dirção da RÁDIO em ser correspondente em Brasilia falando da politica local dando preferência em entrevistar politicos da região. Ratinho também já está no ar na RÁDIO MARAJOARÁ 100,9 - onde o Governador concedeu 14 minutos de entrevista no JK e AGORA, RATINHO discute parceria com seu sócio no site AMAZON NEWS SILVINHO SANTOS, entre o Governo do Pará e o Governo da Presidente DILMA ROUSSEF onde RATINHO tem bom relacinamento politico no PLANALTO, devido sua influência na campanha presidencial de apoio à hoje presidenta do Brasil.
Essa reunião com o provável Prefeito Elivan acontecerá ainda hoje dia 14 com detalhes do asunto ainda hoje pela noite. "Acreditamos no trabalho do Empresário Elivan por isso confio que ele possa ter bons resultados para minha cidade já que seu irão é Deputado e também que Elivan desfruta de um excelente prestígio em Brasilia com à Deputada Federal Elcione e com Prefeito Helder Barbalho ambos, meus companheiros e amigos de vários anos como o próprio Senador Jáder " enfatizou e concluiu o Jornalista RATINHO que segundo pesquisa da INTERNET, se às eleições de 2012 fossem hoje, RATINHO seria o 5° Vereador mais votado do Município devido sua influência em Brasilia tanto no Senado e Câmara dos Deputados, como na própria IMPRENSA de onde ganhou amigos até mesmo de programa NACIONAL como é o caso do CQC da BAND que tem MÔNICA IOZZI E DANILO GENTILLI em Brasilia na captura aos corruptos.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

RATINHO PUBLICA ÚLTIMAS INFORMAÇÕES DA NUVEM NEGRA QUE INVADE O ESPAÇO AÉREO DA ARGENTINA URUGUAI E PARTE DO BRASIL: FENÔMENO PREOCUPA AMBIENTALISTAS INFORMA RATINHO.

As companhias aéreas divulgaram no início da tarde desta segunda-feira (13) que irão manter para o restante do dia o cancelamento dos voos previstos para Argentina e Uruguai devido à nuvem de cinzas do vulcão chileno Puyehue, que encobre o espaço aéreo dos dois países.

Gol, TAM, a Austral e a Aerolineas Argentinas divulgaram que seus voos previstos com destino e origem para Buenos Aires e Montevidéu permanecem cancelados. A Gol também cancelou voos para Rosário, na Argentina.

Até as 13h desta segunda-feira, o movimento nos aeroportos do país era tranquilo, segundo a Infraero. Dentre os 1.275 voos previstos até o horário, 71 foram cancelados. A situação continua ruim nos aeroportos de Cumbica, em Guarulhos (SP), Congonhas (SP), Galeão, no Rio de Janeiro (Rj) e em Curitiba (PR). Em Curitiba houve 13 cancelamentos. Outros 11 foram registrados em Congonhas e 8, no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

Na sexta-feira, nuvem cinzenta do vulcão encobriu
o Rio Grande do Sul (Foto: Reprodução/TV Globo)
Dentre os 87 voos internacionais previstos até o horário, 24 foram cancelados devido às más condições climáticas e à nuvem do vulcão chileno. A Infraero não soube informar quantos se dirigiam ao Cone Sul.
Pelo menos 7 voos da Gol e 5 da TAM que seguiam para Argentina e Uruguai não decolaram, segundo a Infraero.

O aeroporto de Curitiba também é o que apresenta o maior número de voos com atraso de mais de uma hora. Foram 32 pela manhã, mais de 50% do total previsto para o horário. Outros 18 voos estavam atrasados por volta das 13h.
Em Congonhas, 33 voos sofreram atrasos dentre os 109 planejados. Já em Cumbica, um terço dos voos atrasou mais de uma hora e mais nove voos aguardavam para decolar às 13h.

O aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, operou visualmente nesta manhã. Três voos da Gol procedentes de Montevidéu, Rosário e Buenos Aires foram cancelados. Duas partidas internacionais foram canceladas e não houve grande número de atrasos para os voos regionais.
Nuvem vulcânica
Segundo a Força Aérea Brasileira, boletim do Volcanic Ash Advisory Centres, o centro responsável por monitorar o vulcão no Cone Sul, informou que a nuvem vulcânica voltou a cobrir a Argentina e o Uruguai. Na semana passada, a nuvem cobriu parcialmente o Sul do país, provocando o fechamento de aeroportos em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba.
As companhias Copa Airlines e American cancelaram seus voos para Montevidéu, informaram funcionários de operações do Aeroporto Internacional de Carrasco, na capital uruguaia. Por outro lado, o site do aeroporto internacional de Barajas, em Madri, dava conta do cancelamento de um voo que devia partir para Montevidéu na noite deste domingo.
A Aerolineas Argentinas e a Austral informaram em seu site que foram cancelados todos os voos a partir das 22h de domingo. Os cancelamentos abrangem voos regionais e internacionais.

A Gol disponibilizou a Central de Relacionamento pelo número 0300-115-2121 (Brasil), 0810-266-3232 (Argentina), e 5098-2403-8007 (Uruguai). Os clientes da TAM devem ligar para a Central de Atendimento antes de se dirigir ao aeroporto ou para remarcar seus voos através dos números 4002-5700 (capitais) e 0800-570-5700 (demais localidades), informou a companhia.
Para clientes de outras localidades que viajariam até Buenos Aires, a TAM disponibilizou os seguintes telefones: 0810-333-3333 (Argentina), 56-2-6767-900 (Chile), 595-21-659-5000 (Paraguai) e 000-4019-0223 (Uruguai).

sexta-feira, 10 de junho de 2011

CADÊ O DINHEIRO?

Sem autorização para fazer transações bancárias em nome do município, o prefeito em exercício de Alto Boa Vista, a 1.064 quilômetros de Cuiabá, Wanderley Perin (PR), decidiu arrombar, com o aval das polícias Civil e Militar local, o cofre da Secretaria Municipal de Finanças. Mas, enquanto esperava R$ 735,8 mil, ele afirma ter encontrado apenas R$ 13.

A medida foi tomada porque o antecessor dele, Aldecides Milhomen (DEM), teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral na semana passada por suposta compra de votos. Após a decisão da justiça, Milhomen sumiu da cidade. O advogado do ex-prefeito, Romes da Motta Soares, diz desconhecer o suposto sumiço do dinheiro.

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Prefeito some com veículo oficial após ser cassado pelo TRE-MTA denúncia foi feita pelo próprio prefeito Wanderley Perin em entrevista, por telefone, ao G1. Segundo ele, mais de R$ 400 mil do montante deveria estar no cofre e seria utilizado para o pagamento do salário dos servidores do município, atrasado desde o último dia 5.

“Averiguamos no sistema que no cofre teria de ter R$ 735,8 mil, mas na hora que abrimos, tivemos uma grande surpresa, quando encontramos somente R$ 13”, relatou o republicano, segundo colocado nas eleições de 2008, sobre a ação realizada nesta sexta-feira (10).

Perin adiantou que irá oferecer denúncia formal junto ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) e ao Ministério Público Estadual (MPE). Ainda segundo o prefeito, o delegado da Polícia Civil do município, Alexandre Vicente, que acompanhou a abertura do cofre, vai instaurar inquérito para apurar a suspeita de irregularidade cometida pela gestão anterior.

Na avaliação do prefeito em exercício, Milhomen e sua equipe, já sabendo da provável perda de mandato, teriam efetuado alguns saques da conta da administração municipal e guardado no cofre. “Normalmente os pagamentos eram feitos em cheques, mas como já estavam prevendo a cassação do prefeito, foram feitos saques e guardados no cofre da prefeitura”, reiterou.

Apesar de já ter sido empossado pela Câmara Municipal de Vereadores, Perin ainda não possui poder integral sobre o Executivo, pois o presidente do Legislativo, Juarez Lopes (PP), teria sumido com os documentos referentes à posse, realizada nesta terça-feira (7).

Até agora, conforme o prefeito, nenhum secretário da gestão anterior compareceu à prefeitura, nem mesmo para entregar o cargo. Desse modo, disse que vai dar início às exonerações e nomear os novos integrantes do primeiro escalão.

Conforme o G1 já divulgou, Milhomen teria fugido com uma caminhonete Hilux SW4 de propriedade da prefeitura e não havia devolvido também um veículo Palio que estava com a ex-primeira-dama. O fato, entretanto, foi negado pela defesa do ex-prefeito.

Outro lado
O advogado de Aldecides Milhomen, Romes da Motta Soares, alegou não ter conhecimento do fato e ainda argumentou que o comando da prefeitura não foi entregue a Perin. “Ele (Perin) entrou na prefeitura a partir de uma posse que nós questionamos e que não foi oficializada”, enfatizou.

sábado, 4 de junho de 2011

Justiça do DF barra a Marcha da Maconha em Brasília

Justiça do DF barra a Marcha da Maconha em Brasília
Pedido foi feito pelo Ministério Público; manifestantes seguiram até o STF.
Manifestantes mantêm evento, mas sob o nome de Marcha pela Liberdade



A Justiça do Distrito Federal proibiu na noite desta quinta-feira (2) a realização da Marcha da Maconha em Brasília, que estava marcada para a tarde desta sexta-feira (3). O anúncio da proibição foi feito pelo advogado dos organizadores do evento, Mauro Machado Chaiben, pouco antes do início previsto da manifestação.
Policial acompanha manifestantes durante marcha em defesa da legalização da maconha, em Brasília (Foto: ABr)Policial acompanha manifestantes durante marcha em defesa da legalização da maconha, em Brasília (Foto: ABr)
Ei, polícia, pamonha é uma delícia"
Manifestantes durante marcha em favor da legalização da maconha

A decisão, segundo ele, foi dada pelo desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal João Timóteo de Oliveira, da 4ª Vara de Entorpecentes. O tribunal confirmou a proibição.

O Ministério Público informou ao G1 que o pedido de proibição foi acatado na noite de quinta-feira (2) pelo Tribunal de Justiça, depois que uma primeira solicitação para barrar a marcha havia sido negada pelo TJ.

Ao serem avisados da proibição, os manifestantes promoveram uma vaia coletiva contra a decisão da Justiça e decidiram que prosseguiriam com a caminhada pela Esplanada dos Ministérios, mas adotando o nome de Marcha pela Liberdade de Expressão.

Na saída do evento, uma manifestante pedia que nenhum integrante da marche fumasse a droga durante o protesto nem que usasse imagens referentes à maconha.

Os manifestantes chegaram a fechar as seis pistas da Esplanada dos Ministérios, mas passaram a se concentrar em três delas ao longo da caminhada. Impedidos de fazer apologia à droga, os manifestantes passaram a gritar, durante a caminhada, "Ei, polícia, pamonha é uma delícia" e "Polícia pra ladrão, pra maconheiro, não".
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Marcha da Maconha reúne cerca de 5 mil seguidores no Rio, diz organização
Justiça proíbe Marcha da Maconha em Campinas

Os manifestantes seguiram para o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Na frente da corte, os manifestantes fizeram a imagem de uma folha de maconha e passaram a gritar: "STF cadê a liberdade de expressão?".

"A marcha não viria até aqui, mas decidiram protestar na frente do STF por causa da proibição", disse o advogado Mauro Chaiben. “Os órgãos de segurança pública do DF não conseguiram digerir uma decisão proferida na última hora”, afirmou, ao dizer que a polícia acompanhou a marcha sem interferir na manifestação.

Na frente do Congresso, os manifestantes voltaram a entoar slogans pela legalização da droga. “Ei, doutor, maconheiro é eleitor”, gritavam.

De acordo com o Major William, cerca de 1,5 mil pessoas participaram da marcha. Porém, para uma das organizadoras do evento, Danielle Bomtempo, havia 2,5 mil participantes.

No encerramento da manifestação, os organizadores anunciaram que marchas da maconha acontecerão em todo o país no dia 18 de junho. Em Brasília, os manifestantes vão se reunir no Estacionamento 9 do Parque da Cidade às 14h.
Manifestantes durante marcha na Esplanada dos Ministérios em defesa da legalização da maconha (Foto: G1)Manifestantes durante marcha na Esplanada dos Ministérios em defesa da legalização da maconha (Foto: G1)

Liberação
Os manifestantes foram ao Supremo Tribunal Federal (STF) cobrar o julgamento de duas ações propostas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) que pedem a liberação de manifestações pela legalização da droga.

A procuradoria defende que a livre manifestação de pensamento é um “pressuposto para o funcionamento da democracia”. Os dois processos pedem uma interpretação diferente de dispositivos do Código Penal e do Sistema Nacional de Políticas sobre Drogas para liberar os protestos.

Nas ações, a vice-procuradora-geral Debora Duprat questiona decisões que proibem atos públicos pró-legalização de drogas. Segundo ela, os juízes usam “argumento equivocado” de que seria apologia ao crime e estímulo ao uso de drogas.

Os dois processos tramitam no STF desde 2009, mas apenas um deles está pronto para ser julgado, a ação que pede uma nova interpretação do Código Penal. O relator do caso no STF, ministro Celso de Mello, liberou o processo para ser julgado no último dia 17 de maio. Ainda não há previsão para que a ação seja colocada em pauta.

Proibição
Um dos oganizadores da Marcha da Maconha do Rio, Renato Cinco, disse que a notícia da proibição foi recebida com "espanto". Ele veio para Brasília para apoiar o evento desta sexta.

Uma das integrantes da organização do evento em Brasília, Luísa Pietrobon, disse ter ficado frustrada com a proibição. "Vamos prosseguir com a marcha, só que descaracterizada", afirmou. Outra organizadora do evento, Danielle Bomtempo, classificou a decisão da Justiça de "ditadura moderna".

A estudante Beatriz Moreira participou da manifestação, apesar de afirmar que não fuma maconha. "Acho que é uma causa muito óbvia para qualquer jovem", afirmou.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

RATINHO TERÁ REUNIÃO NESTA SEXTA 03 DE JUNHO COM REPRESENTANTES DOS DIREITOS HUMANOS EM BRASÍLIA POR ORIENTAÇÃO DO LÍDER DO GOVERNO NA CÂMARA DOS DEPUTADOS CÂNDIDO VACAREZZA E BANCADA DO PARÁ REUNIU ONTEM DIA 02 COM MINÍSTRO DA JUSTÍÇA PARA DEBATER MORTE NA AMAZÔNIA:-EMQUANTO ISSO, MAIS UM TRABALHADOR É ASSASSINADO NO PARÁ EM ELDORADO DOS CARAJÁS.SAIBA MAIS AQUI EM BAIXO O CONFLITO NA REGIÃO.

Mais um trabalhador rural foi morto na recente onda de violência que acontece no Norte do País. Desta vez foi em Eldorado dos Carajás. Marcos Gomes da Silva, já baleado, era levado para Eldorado do Carajás quando o carro foi interceptado e o assassinato, consumado. O trabalhador foi degolado e teve também a orelha cortada, assim como o extrativista José Claudio Ribeiro da Silva, assassinado no Pará em 24 de maio. A Polícia Civil ainda não sabe se o assassinato está relacionado a conflito agrário.


Mais um extrativista é encontrado morto no Pará; na Amazônia, é o 4º caso


Marcela Gonsalves - Central de Notícias
SÃO PAULO - Moradores do Assentamento Agroextrativista Praialta-Piranheira, em Nova Ipixuna, no sudeste do Pará, encontraram na manhã de sábado o corpo do agricultor Eremilton Pereira dos Santos, de 25 anos. No mesmo local foram mortos na última terça-feira os extrativistas José Cláudio Silva e Maria do Espírito Santo Silva. Na região amazônica, este é o quatro crime do tipo só nesta semana.

A Polícia Civil, que está com equipe reforçada em Marabá há cinco dias, afirmou que já começou as investigações sobre a morte. Eremilton estava desaparecido desde quinta-feira. Ele foi achado por volta das 8h30, às margens de um lago, na área do projeto de assentamento, a cerca de 7 quilômetros do local onde o casal foi vítima de uma emboscada.

O cunhado de Eremilton foi ouvido em depoimento durante a tarde de ontem. A testemunha afirmou que a vítima estava caída de bruços com o rosto ferido, com características de disparo de arma de fogo. Ao sair de casa na quinta-feira para comprar peixe, a vítima teria deixado sua moto perto de uma fazenda. O veículo foi encontrado no local. A polícia afirmou que ouviria ainda os sogros do rapaz.

"É muito cedo para vincular este episódio à morte do casal de extrativistas ocorrida esta semana na mesma área", afirmou o secretário de Segurança, Luiz Fernandes. A informação de que Eremilton seria testemunha da morte do casal de extrativistas e executado por causa disso foi classificada como precipitada pela polícia.

O delegado Silvio Maués, responsável pelo caso, descarta essa possibilidade, porque não houve testemunha ocular do crime de terça-feira. Em Nova Ipixuna, equipes da Polícia Civil, Polícia Federal e do Ibama, em diligências no assentamento, deslocaram-se até a área para apurar o novo homicídio.

Outra vítima. Além de Eremilton e do casal extrativista, outro líder agricultor foi morto esta semana na região amazônica. O corpo de Adelino Ramos, o Dinho, de 57 anos, chefe do Movimento Camponês Corumbiara, foi encontrado na sexta-feira em Vista Alegre do Abunã. A Polícia Civil já tem um suspeito do crime.



BRASÍLIA - Em reunião de emergência marcada para esta segunda-feira, 30, no Palácio do Planalto, o governo discutirá a decretação de uma espécie de intervenção federal na tríplice divisa entre Amazonas, Acre e Rondônia, área de conflito agrário. A reunião definirá a reação aos quatro assassinatos de agricultores registrados em menos de uma semana. O objetivo é evitar novas mortes no campo, em regiões de conflito agrário e pressão por desmatamento.

A principal proposta é a criação, via decreto presidencial, de uma Área sob Limitação Administrativa Provisória (Alap), abrangendo os municípios de Lábrea (AM), Boca do Acre (AC) e Porto Velho (RO). No caso do Pará, o diagnóstico é que assentados não conseguem resistir às pressões para produzir carvão e cortar madeiras em áreas de proteção ambiental. "Nosso foco são as pessoas marcadas para morrer", afirmou o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho.

Desde terça-feira, quatro agricultores foram mortos na região amazônica e pelo menos três deles haviam denunciado a ação predatória de madeireiros.

Além de Carvalho, a reunião de hoje contará com representantes dos ministérios da Justiça, Meio Ambiente, Desenvolvimento Agrário e Secretaria Nacional de Direitos Humanos. O encontro foi pedido pelo ministro interino do Meio Ambiente, Roberto Vizentin, após o velório do líder Adelino Ramos, o Dinho, assassinado na sexta-feira em Vista Alegre do Abunã, em Porto Velho (RO).

A presidente Dilma Rousseff não participará da reunião, mas ontem solicitou informações sobre o assunto. Por determinação de Dilma, a Polícia Federal abriu investigação para apurar os assassinatos.

Ação. No governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, houve dois precedentes de criação de Alap: na BR-163, no Pará, e na BR-319, que liga Porto Velho a Manaus. As duas áreas estavam sob intensa pressão das motosserras e foram alvo de ações para a regularização fundiária. "Essa tríplice fronteira é uma região que exige uma ação mais efetiva de segurança pública e ordenamento territorial. Vamos levar a proposta, que deve ser adotada de comum acordo com os governos estaduais", disse Vizentin.




Advogado da Pastoral da Terra pede apuração contínua de ameaça no campo



Depois de participar do encontro em Brasília com a secretária nacional de Direitos Humanos, Maria do Rosário, o advogado da Comissão Pastoral da Terra (CPT) José Batista Afonso, já de volta a Marabá (PA), disse que as medidas anunciadas são "paliativas" e que a falta de ação do poder público nos assentamentos do Pará "são um prato cheio para os madeireiros", que trocam benfeitorias na região onde vivem os trabalhadores rurais pela extração de madeira.

Veja também:
União anuncia proteção a 30 ameaçados de morte no Norte


"A reunião chegou muito tarde, teria que ter sido feita há oito anos. Pena que (o governo) está fazendo atrasado e em cima de três cadáveres", afirmou Batista na manhã de hoje. O advogado disse que a proteção aos 30 ameaçados de morte anunciada pela ministra é importante, mas cobrou também investigação permanente das ameaças. "Se o governo investisse em investigação, muitas lideranças poderiam estar vivas. É uma ação preventiva, (o mandante) vai pensar duas vezes antes de encomendar o crime", disse o advogado.


Três líderes rurais da região Norte foram assassinados na semana passada. No dia 24, morreu em Nova Ipixuna (PA) o casal José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo da Silva. No dia 27, Adelino Ramos foi morto em Vista Alegre do Abunã (RO). Também no dia 27, foi assassinado em Nova Ipixuna o agricultor Eremilton Pereira dos Santos, mas ainda não se sabe se o crime tem relação com conflitos agrários.


Segundo Batista, José Cláudio e Maria faziam parte de uma lista de 30 líderes rurais do sudeste do Pará ameaçados de morte. O advogado informou que, nos últimos dois anos, os relatórios da CPT foram entregues, entre outras instituições, ao Ministério da Justiça.




União aumenta lista de protegidos no campo
Governo reavaliou condições de risco de 165 pessoas ameaçadas de morte em áreas de conflito agrário

BRASÍLIA - A lista de pessoas que poderão receber proteção policial foi ampliada nesta quarta-feira, 1º, pelo governo federal de 30 para 165 nomes. Moradoras de Estados considerados prioritários - Mato Grosso, Pará, Rondônia e Amazonas -, todas terão suas condições de risco avaliadas e, a partir daí, duas estratégias poderão ser definidas: a escolta policial ou afastamento temporário da cidade.

"A força-tarefa irá analisar caso a caso. Será um trabalho grande, mas a expectativa é de que ele seja feito o mais rapidamente possível", afirmou o secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Ramais de Castro Silveira.

O secretário admitiu, no entanto, que a proteção é apenas uma etapa do trabalho. "São necessárias mudanças estruturais. Um trabalho de inteligência, para identificar os mandantes das ameaças, auxílio da Justiça, para que as ações caminhem rapidamente e ações sociais", destacou. Todas as ações terão de ser feitas com a participação e anuência dos governos locais.

Propostas. A expectativa é de que a reunião para definir as estratégias com governadores seja realizada ainda esta semana. Nesta quarta, integrantes do grupo interministerial discutiram o teor do encontro. Além da oferta de envio da Força Nacional - destacada tanto para ações de repressão quanto de investigação - e do programa de proteção para pessoas ameaçadas, poderão acertadas outras estratégias.

Nos dois dias de trabalho, integrantes da força-tarefa identificaram deficiências na atuação para melhorar a segurança na região. Algo que certamente será discutido no encontro. "O clima não será de cobrança, mas de entendimento", disse Castro Silveira. A expectativa é de realizar também reuniões com representantes do Ministério Público dos Estados e com juízes.

Crimes. Em menos de uma semana, quatro pessoas foram assassinadas em áreas de conflito de terra no Norte. Três vítimas - o casal José Cláudio Ribeiro da Silva e Maria do Espírito Santo e o agricultor Erenilton Pereira dos Santos - moravam no assentamento Praialta-Piranheira, em Nova Ipixuna (PA). A quarta vítima, o líder do Movimento Camponês Corumbiara, Adelino Ramos, foi morta em Rondônia.


SÃO PAULO - Um casal de extrativistas, líderes do Projeto Agroextrativista Praialta-Piranheira, foram assassinados na manhã desta terça-feira, 24, a 50 km do município de Nova Ipixuna, sudeste do Pará, na comunidade de Maçaranduba. Maria do Espírito Santo da Silva e José Claudio Ribeiro da Silva eram nativos da região e integrantes do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), ONG fundada por Chico Mendes.

O diretor da Regional Belém do CNS, Atanagildo Matos, afirmou que o casal já havia sido ameaçado diversas vezes. Ambos eram bastante ativos dentro do projeto desde sua criação, em 1997, e já tinham presidido a Associação de Moradores. Segundo Matos, eles fizeram diversas denúncias na Polícia Federal, no Ministério Público e em órgãos como o Ibama e o Incra sobre as irregularidades ambientais cometidas na região, como extração ilegal de madeira, e isso motivou diversas inimizades.

Matos afirmou que Maria e José Cláudio morreram após cair em uma emboscada pela manhã. O CNS já formalizou um pedido para que a Polícia Federal investigue o assassinato. "É muito dolorido, era um casal muito querido, muito prestativo. A gente está muito desfalcado, a situação está muito complicada", disse o diretor regional, ainda abalado pela notícia.

Segundo nota divulgada pelo CNS na tarde de hoje, as ameaças contra a vida do casal de extrativistas começaram por volta de 2008. Segundo familiares, desconhecidos rondavam a casa de Maria e José Cláudio, geralmente à noite, disparando tiros para o alto. Algumas vezes, chegaram a alvejar animais da propriedade do casal.

A Rede FAOR - Fórum da Amazônia Oriental (FAOR) também divulgou uma note sobre a ocorrência. No texto consta que "José Cláudio, a muito estava marcado para morrer, desde que começou a denunciar o desmatamento e a extração ilegal de madeira na região. Mais uma vez tombam aqueles e aquelas que insistem em defender a floresta." (sic)

O Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAEX) Praialta Piranheira situa-se à margem do lago da hidrelétrica de Tucuruí e possui atualmente uma área de 22 mil hectares, onde encontram-se aproximadamente 500 famílias. Além do óleos vegetais, o açaí e o cupuaçu, frutas típicas da região, garantem a renda de muitas famílias.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

RATINHO INFORMA: BELO MONTE SAIRÁ DO PAPEL.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) informou nesta quarta-feira (1º) que concedeu a licença de instalação para o início das obras da usina hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, no Pará.

Com a licença de instalação, a obra da usina pode começar. Antes, o Ibama já havia concedido a licença parcial de instalação, para o início do canteiro de obras.

Segundo o Ibama, o licenciamento foi marcardo por "robusta análise técnica e resultou na incorporação de ganhos socioambientais. Entre eles, a garantia de vazões na Volta Grande do Xingu suficientes para a manutenção dos ecossistemas e dos modos de vida das populações ribeirinhas".

A possibilidade de seca na Volta Grande do Rio era uma das principais críticas da comunidade indígena local, biólogos e ambientalistas.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, havia afirmado na semana passada que a licença deveria ser publicada a qualquer momento e criticou organizações que se colocam contra o projeto do governo federal. “Deveríamos ter orgulho na nossa matriz energética limpa, mas o Congresso Nacional passou a ouvir aqueles que são contra a usina”, disse Lobão na ocasião.

De acordo com nota divulgada pelo Ibama nesta quarta, a licença de instalação prevê que seja construído apenas um canal de derivação, o que reduz o volume de terra que precisará ser escavada na região, reduzindo o impacto ambiental da obra. O Ibama afirma também que houve ganho com "implementação de ações em saúde, educação, saneamento e segurança pública firmadas em Termos de Compromisso entre a Nesa (o consórcio Norte Energia), prefeituras e governo do Estado do Pará."

Conforme o Ibama, o consórcio Norte Energia terá de investir cerca de R$ 100 milhões em unidades de conservação na bacia do rio Xingu para compensação ambiental.

No começo de março tiveram início as obras de acesso ao local onde será construída a usina pela Norte Energia, consórcio de empresas que reúne estatais e construtoras. Quando a licença parcial para o canteiro foi concedida, o Ministério Público Federal no Pará chegou a conseguir uma liminar para suspender a licença, mas a Advocacia Geral da União (AGU) conseguiu reverter a decisão.

O Ibama diz ainda que "manterá uma equipe técnica exclusiva para acompanhar a instalação de Belo Monte e avaliar o cumprimento das condicionantes". As condicionantes foram 40 ações e medidas que teriam que ser tomadas para redução dos impactos socioambientais. Foram as condições do Ibama para concessão da licença prévia, que possibilitou o leilão da usina.

O instituto também afirmou que a Fundação Nacional do Índio (Funai) acompanhou os programas no que se refere à população indígena antes de o Ibama conceder a licença de instalação.

Após a conclusão da obra, o Ibama ainda precisará conceder a licença de operação para que a usina passe, definitivamente, a produzir energia.

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Entidades e população local apontam prós e contras de Belo Monte Cidade que abrigará hidrelétrica tem 96% do território em área de preservação Belo Monte é 'fundamental' para assegurar energia, diz empresa federal 70% das obras para reduzir impactos de Belo Monte ainda não começaram Obra polêmica
A hidrelétrica de Belo Monte é uma das maiores obras de infraestrutura previstas pelo governo federal e também um dos projetos que enfrenta maior resistência.

Enquanto o governo diz que a obra é necessária para garantir o abastecimento de energia elétrica nos próximos anos para o país, moradores locais, entidades e especialistas destacam que os riscos ambientais e sociais podem ser mais prejudiciais do que os benefícios econômicos da obra.

A hidrelétrica ocupará parte da área de cinco municípios do Pará: Altamira, Anapu, Brasil Novo, Senador José Porfírio e Vitória do Xingu. Altamira é a mais desenvolvida e tem a maior população dentre essas cidades, com 98 mil habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os demais municípios têm entre 10 mil e 20 mil habitantes.

A região discute há mais de 30 anos a instalação da hidrelétrica no Rio Xingu, mas teve a certeza de que o início da obra se aproximava após a concessão em fevereiro do ano passado, pelo Ibama, da licença ambiental com as 40 condicionantes.

Belo Monte será a segunda maior usina do Brasil, atrás apenas da binacional Itaipu, e custará pelo menos R$ 19 bilhões, segundo o governo federal - há especulações de que a obra custe até R$ 30 bilhões. A usina está prevista para começar a operar em 2015.

Apesar de ter capacidade para gerar 11,2 mil MW de energia, Belo Monte não deve operar com essa potência. Segundo o governo, a potência máxima só pode ser obtida em tempo de cheia. Na seca, a geração pode ficar abaixo de mil MW. A energia média assegurada é de 4,5 mil MW. Para críticos da obra, o custo-benefício não compensa.