sábado, 10 de agosto de 2013

MANDELA JÁ SE RECUPERA RELATA SUA FILHA MAIS NOVA PARA EMISSORA DE TV

A saúde do ex-presidente sul-africano Nelson Mandela melhora a cada dia e ele agora é capaz de sentar-se por alguns minutos, informou sua filha mais nova à emissora estatal SABC. Mandela, de 95 anos, está internado em um hospital de Pretória há dois meses para o tratamento de uma infecção pulmonar recorrente. O governo disse no mês passado que sua condição permanecia crítica, mas demonstrava melhora. saiba mais Leia mais notícias sobre Nelson Mandela Zindzi Mandela disse à SABC na sexta-feira que seu pai estava ficando cada vez mais alerta. "Ele está bem. Tata agora consegue sentar-se, agora ele se senta em uma cadeira por alguns minutos por dia, todos os dias você percebe que ele se torna mais alerta e receptivo. Tata está determinado a não ir a lugar nenhum tão cedo", disse ela, chamando-o pela palavra em Xhosa para pai. "Ele simplesmente não tem a força de um homem, tem uma força que está além de qualquer coisa que possa ser explicada. Porque, mesmo agora com os desafios a sua saúde, ele de alguma forma consegue se recuperar enquanto todos assumem ser o fim." A vitória de Mandela nas primeiras eleições multirraciais, em 1994, marcou o fim do regime de apartheid. Quatro anos antes, ele fora libertado depois de 27 anos de prisão sob o domínio da minoria branca, 18 deles na colônia penal da ilha de Robben.

sábado, 1 de junho de 2013

PMDB FAZ SUA CONVENÇÃO NESTE DOMINGO DIA 2 DE JUNHO NO PARÁ. ELIVAN FAUSTINO É O CANDIDATO FAVORITO DA CONVENÇÃO. SENADOR JADER BARBALHO E DEPUTADA FEDERAL ELCIONE ESTARÃO PRESENTES BEM COMO DEPUTADO FEDERAL JOSÉ PRIANTE E HELDER BARBALHO. NA CONVENÇÃO SERÁ ESCOLHIDO O CANDIDATO A PREFEITO DAS ELEIÇÕES SUPLEMENTARES DE 2013. CASO VENÇA ELIVAN FAUSTINO, O PMDB DO PARÁ IRÁ APOIAR O EMPRESÁRIO.

sábado, 23 de março de 2013

MISTÉRIO NO CÉU DOS EUA.

Fenômeno, gravado por câmera de segurança, surpreendeu as pessoas. Nasa diz que objeto pode ser meteoro, que se desintegrou na atmosfera. Do G1, em São Paulo 673 comentários Uma bola de fogo cruzou o céu da costa oeste dos Estados Unidos e surpreendeu as pessoas nesta sexta-feira (22). O fenômeno aconteceu por volta das 20h (local) em Seaford. Uma câmera de segurança de um estacionamento flagrou o objeto. O chefe do escritório de meio ambiente da Nasa, Bill Cooke, disse que pode se tratar de um meteoro, que se desintegrou ao entrar na atmosfera da Terra. Estes objetos são considerados meteoritos apenas quando sobrevivem ao atrito com a atmosfera e conseguem chegar ao solo terrestre.

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

DILMA VAI LIBERAR 1\3 DO ORÇAMENTO E GARANTE SALÁRIO MINIMO REAJUSTADO PARA DIA 1° DE JANEIRO DE 2013.

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quarta-feira (27) que o governo publicará uma medida Provisória (MP) liberando para investimentos um terço do Orçamento da União de 2013 aprovado na Comissão Mista de Orçamento (CMO) na semana passada. De acordo com o texto aprovado pela comissão, serão R$ 110,6 bilhões destinados a investimentos de empresas estatais federais. O total liberado pela medida provisória, portanto, poderá superar R$ 36,8 bilhões. O orçamento prevê ainda R$ 1,5 trilhão para orçamentos fiscais e da seguridade social. Presidente Dilma Rousseff recebeu jornalistas para café no Palácio do Planalto (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)Presidente Dilma Rousseff recebeu jornalistas para café no Palácio do Planalto (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR) saiba mais Governo avalia MP para assegurar investimento mesmo sem Orçamento Adiamento da votação do Orçamento pode afetar investimentos do governo Dilma fez a declaração durante um café da manhã oferecido a jornalistas no Palácio do Planalto. Ela afirmou que, com a liberação do recurso, a intenção do governo é não interromper os investimentos. “O objetivo é iniciar o ano de 2013 mantendo um elevado nível de investimento”, disse. Segundo a presidente, a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, irá anunciar a edição da medida provisória nesta tarde. “A Miriam vai anunciar para vocês a medida provisória estabelecendo um terço do orçamento de investimento já aprovado na CMO”. “Mandamos por MP para que não haja possibilidade de interromper o ritmo de investimento no país”, disse Dilma. O projeto do Orçamento da União de 2013 será votado no próximo dia 5 de fevereiro, após o retorno dos parlamentares do período de recesso legislativo. A votação, que deveria ocorrer ainda neste ano, foi adiada após um impasse sobre a votação do veto à Lei dos Royalties - o Supremo Tribunal Federal (STF) entendeu que o veto não poderia ser votado antes da análise de mais de 3 mil vetos com prazo vencido. A presidente negou que tenha havido falha na articulação entre o Planalto e o Congresso e disse que a decisão foi deixar para depois da eleição do comando de Câmara e Senado. “Concordamos perfeitamente em levar para fevereiro, todo mundo achou mais adequado, inclusive o governo”, disse Dilma. “Esperamos que com o início do trabalho do Congresso, a gente possa votar”. Liberação por MP A liberação da verba por meio de medida provisória é necessária porque o Congresso Nacional deixou para fevereiro a aprovação do Orçamento de 2013. Pela Lei de Diretrizes Orçamentárias, se o Orçamento não for sancionado pela presidente da República até 31 de dezembro, o governo não pode gastar no ano seguinte o dinheiro das receitas previstas para novos projetos. Em investimentos, o Executivo só estaria autorizado a usar os chamados "restos a pagar" (recursos aprovados em orçamentos anteriores). Outras despesas estão garantidas, já que o governo é autorizado a gastar 1/12 do orçamento de 2013 com custeio, como pagamento dos salários de funcionários públicos, realização de eleições pela Justiça Eleitoral, ações de prevenção de desastre, financiamento estudantil e bolsas de estudo, ações decorrentes de acordo internacional com transferência de tecnologia, e “outras despesas de caráter inadiável”. Novo salário mínimo O Orçamento aprovado na Comissão Mista de Orçamento tem previsão de receitas de R$ 2,276 trilhões, dos quais R$ 610,1 bilhões serão usados para refinanciamento da dívida pública. O Orçamento de 2013 previu alta do salário mínimo para R$ 674,96. O Palácio do Planalto anunciou nesta semana, porém, que, a partir de 1º de janeiro de 2013, o valor do salário mínimo será de R$ 678, o que representa um reajuste de 9% em relação aos atuais R$ 622.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

EXCLUSIVO: MINISTROS DO STF CRITICAM SISTEMA PRISIONAL DO PAIS APÓS CONDENAÇÃO DO MENSALÃO.

Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) se revezaram em críticas ao sistema prisional brasileiro durante a sessão desta quarta (14) de julgamento do mensalão. As falas dos ministros começaram com uma manifestação de Dias Toffoli e foram motivadas pela declaração desta terça (13) do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que disse a empresários em São Paulo que "preferia morrer" a ficar numa prisão brasileira. Nesta quarta, Cardozo justificou a declaração dizendo que "não se pode esconder o sol com a peneira". Ao iniciar a fala, Toffoli destacou que todos os jornais repercutiram nesta quarta a declaração de José Eduardo Cardozo e defendeu que os réus do processo do mensalão sejam punidos com multas maiores e penas menores. Ele destacou que a medida é mais efetiva e tem valor "pedagógico" do que as prisões. "A filosofia da punição daquele que comete um delito está em debate na sociedade contemporânea há muito tempo. Esse parâmetro do julgamento em 2012 não é o parâmetro da época de Torquemada, da época da condenação fácil à fogueira. Eu fico pensando - temos aqui pessoas que desde 2006 nao têm condição de sair às ruas. Tivemos ministros agredidos, advogados agredidos", afirmou Toffoli. A intervenção de Toffoli ocorreu durante a discussão da pena de lavagem de dinheiro para o ex-vice-presidente do Banco Rural José Roberto Salgado. O relator, ministro Joaquim Barbosa, havia proposto prisão de 5 anos e 10 meses e multa de R$ 431,6 mil (166 dias-multa). O revisor, Ricardo Lewandowski, sugeriu pena de 4 anos e 8 meses e multa de R$ 36,4 mil (14 dias-multa). Toffoli, então, votou pela pena proposta por Lewandowski e pela multa sugerida por Barbosa. "Aquele que comete um desvio com intuito financeiro – e aqui o intuito final era financeiro, não era violência, não era atentar contra a democracia e contra o estado democrático de direito porque eles são muito mais sólidos do que isso. O intuito era o vil metal. Que se pague, então, com o vil metal", defendeu Toffoli. Para o ministro, o Judiciário tem aplicado "muito pouco" as penas disciplinares. "Já ouvi leituras dizendo que o pedagógico é colocar na cadeia. O pedagógico é recuperar os valores desviados. Muitas vezes, no cálculo do custo-benefício, vale a pena passar algum tempo na cadeia pelo custo-benefício", declarou. 'Inferno nos presídios' O ministro Gilmar Mendes falou na sequência e disse que o Judiciário precisa agir para acabar com a superlotação de presídios. "Temos um inferno nos presídios. Temos 70 mil presos, pelo menos, em delegacias. São presos ilegalmente. Aí [dizem que] não há recursos para fazer presídios. [...] Tínhamos casos de presos no Pará que estavam passando fome. É preciso, realmente, que o governo participe desse debate sobre segurança porque tem os recursos e tem a missão de coordenar. Isso [construção de presídios] nunca foi prioridade e por isso temos esse estado de caos", disse. saiba mais Cardozo justifica declaração dizendo que não se esconde sol com peneira Ministro da Justiça diz que 'preferia morrer' a ficar preso por anos no país Entenda como são calculadas as penas para réus condenados Juristas creem que não haverá prisão imediata para réus do mensalão 'Depósito de presos' O ministro Celso de Mello, mais antigo do Supremo, também criticou o sistema penitenciário. "Por responsabilidade imputável ao estado, a crise do sistema penitenciário tem se demonstrado crônica. O descaso, a absoluta negligência, a indiferença do estado às funções da pena. A pessoa acaba por sofrer penas sequer previstas no Código Penal, que a legislação repudia." Ele lembrou a declaração pública de Cardozo, mas citou que é "grande a responsabilidade do Ministério da Justiça". "A prática da lei de execução penal se tornou entre nós um exercício quase irresponsável de ficção jurídica, na medida em que o Estado mantém-se absolutamente indiferente, desinteressado, dessa fase de execução das sanções penais determinadas pela Justiça." Celso de Mello chamou os presídios de "depósito de presos". "O que temos visto na triste realidade penitenciária brasileira é um depósito de presos, pessoas abandonadas a própria sorte, por irresponsabilidade do poder público. Por isso, acho importante que o ministro da Justiça tenha feito de maneira muito cândida e franca no dia de ontem." ENTENDA A PENA POLITICA DE CADA UM. O Supremo Tribunal Federal (STF) começa a definir na próxima semana qual será a punição para os réus do processo do mensalão que foram condenados. Até agora, 25 acusados foram considerados culpados pela corte de esquema de compra de votos no Congresso Nacional em troca de apoio político ao governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A chamada dosimetria da pena (tempo da punição de cada réu condenado) é feita com base em três pilares, o chamado regime trifásico: fixa-se a pena base considerando a culpabilidade, antecedentes criminais, motivos, consequências do crime e outros. Depois, são analisadas as situações agravantes e atenuantes, aumentando ou diminuindo a pena. Em um terceiro momento, são discutidas as causas de aumento e de diminuição. Verifica-se nessa fase se houve concurso formal, concurso material ou crime continuado - entenda no quadro abaixo. ENTENDA AS DIFERENÇAS ENTRE OS CRIMES PARA EFEITO DO CÁLCULO DA PENA Concurso material: quando o mesmo crime é praticado várias vezes, soma-se a pena para cada vez que o crime foi cometido. Concurso formal: quando com uma só ação se pratica mais de um crime, então é aplicada a pena mais grave para aquele crime, podendo ser ampliada de um sexto até a metade. Crime continuado: quando o segundo ou demais crimes são continuação do primeiro, então é aplicada a pena mais grave ampliada de um sexto até dois terços. Fonte: Código Penal Os pedidos de condenação são, na maioria, em concurso material, mas os ministros podem interpretar que houve concurso formal ou crime continuado. Além disso, há atenuantes ou agravantes: se o acusado é réu primário (não tem condenações anteriores transitadas em julgado, ou seja, sem a possibilidade de mais recursos); se tem mais de 70 anos na data da sentença; se tem condições psicológicas desfavoráveis; se confessou o crime; ou se cometeu violência ou grave ameaça à pessoa. Um dos agravantes é o abuso de poder ou violação de dever inerente ao cargo. Cada crime apresenta causa específica de aumento ou diminuição. Corrupção ativa, por exemplo, pode ter pena aumentada se o servidor público deixar de cumprir sua função em razão do recebimento de vantagens. Formação de quadrilha tem pena aumentada se o bando agir armado. Os acusados respondem aos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, evasão de divisão, formação de quadrilha, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro e peculato. A pena mínima é de um ano de prisão para formação de quadrilha e a máxima de 12 anos para peculato, gestão fraudulenta e corrupção ativa e passiva. Independentemente do que o Ministério Público Federal pediu, ninguém pode ficar mais de 30 anos preso, pelas regras do Código Penal brasileiro. saiba mais Ministros criam procedimento para tentar concluir julgamento até quinta Juristas creem que não haverá prisão imediata para réus do mensalão Também é definido se o réu cumprirá pena em regime fechado, semiaberto ou aberto. Acima de oito anos de prisão, o regime de cumprimento da pena é fechado, ou seja, o condenado fica o tempo todo na prisão. Os regimes semiaberto e aberto permitem ao preso trabalhar e passar o dia fora da penitenciária, por exemplo. Penas de até dois anos podem ser substituídas por prestação de serviços à comunidade. Prescrição Na avaliação de especialistas, é possível que alguns réus, mesmo que condenados a penas de prisão, fiquem livres de punição por conta da pena mínima. Isso porque se a pena dada for de até dois anos haverá a prescrição, ou seja, os condenados não terão de cumpri-la. A prescrição ocorre em relação a cada crime e não em relação ao somatório das penas. A prescrição é diferente em cada etapa do processo. No atual estágio – do julgamento – , o marco é o recebimento da denúncia. Para crimes de punição de até dois anos, a prescrição ocorre quatro anos depois do recebimento da denúncia. Como o recebimento da acusação foi em 2007, a pena mínima desses crimes prescreveu em 2011. Penas de dois a quatro anos prescrevem em oito anos, portanto em 2015.

domingo, 11 de novembro de 2012

AYRES BRITO SE APOSENTA NOS PRÓXIMOPS DIAS MAIS FAZ HISTÓRIA NO SUPREMO QUE CONDENOU NA SUA GESTÃO TUBARÕES DO PODER!

O Supremo Tribunal Federal (STF) realiza na próxima semana as últimas sessões de julgamento do mensalão sob a presidência do ministro Carlos Ayres Britto, que se aposenta compulsoriamente no dia 18 de novembro ao completar 70 anos. Ele será substituído no comando da corte pelo relator da ação penal, ministro Joaquim Barbosa. O STF se reunirá na próxima segunda (12) e quarta-feira (14) para continuar o cálculo das penas dos condenados no processo do mensalão. Na quinta (15) não haverá sessão em razão do feriado da Proclamação da República. Publicamente, Ayres Britto não revela se vai ou não adiantar as punições que estabeleceu para os réus. O presidente da corte participou durante toda a definição sobre quem deveria ser condenado ou absolvido, mas se aposentará antes da conclusão da dosimetria (tamanho das penas). “Estou guardando esse segredo”, disse o presidente do Supremo nesta quinta (8). Segundo auxiliares do ministro, contudo, a expectativa é de que ele não adiante o voto. Em cinco sessões de dosimetria (cálculo das penas), o STF concluiu a análise das punições a três dos 25 condenados. Nos cálculos das penas até agora, Britto tem seguido majoritariamente o voto de Joaquim Barbosa, que estabelece penas mais severas que o revisor, Ricardo Lewandowski. Com o apoio sobretudo de Britto e dos ministros Luiz Fux, Gilmar Mendes e Celso de Mello, as penas sugerida por Barbosa prevaleceram na maioria das condenações aos cinco réus que tiveram calculadas as punições. Houve empate em uma condenação de Marcos Valério e outra na de seu ex-sócio Ramon Hollerbach. No caso de Valério, decidiu-se aplicar a pena mais branda, com base no princípio do Direito Penal de que a dúvida deve favorecer o réu. No caso de Hollerbach, como um dos ministros apresentou voto divergente, mais próximo da punição sugerida por Lewandowski, mas sem aplicar uma das causas de aumento de pena, a corte optou por uma pena alternativa que se aproximasse de uma média entre os cálculos de revisor e relator. saiba mais Condenado no mensalão, José Dirceu entrega passaporte Fux diz que 'pente-fino' do STF pode alterar penas do mensalão Réus do núcleo publicitário pagarão cerca de R$ 8,4 milhões em multas Divergências As sessões de dosimetria da pena foram tumultuadas, especialmente a da última quarta-feira (7), que teve discussões entre Joaquim Barbosa e os ministros Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski. Há temor entre os ministros de que haja ainda mais discussões em plenário na gestão de Barbosa à frente do Supremo. O ministro Marco Aurélio Mello disse na tarde desta sexta-feira (9) esperar que o futuro presidente do STF entenda a diversidade de opiniões dos magistrados da corte. “Eu continuo preocupado com a ótica exteriorizada, que seria uma ótica de voz única. No colegiado, a divergência só enriquece um pronunciamento. A dissidência é própria a um regime democrático. A voz única descamba para o totalitarismo”, afirmou Mello. O ministro disse ainda que o plenário do STF não pode acompanhar sempre os votos do relator como se os magistrados fossem "vaquinha de presépio". "Há um relator no processo. Ele dirige o processo, mas não dirige o colegiado. Nós nos completamos mutuamente. Não é para o relator votar e os outros atuarem como vaquinhas de presépio, só balançando a cabeça. Ou seja, o debate, a dissidência, só enriquece o resultado do julgamento. Que ele perceba a responsabilidade da cadeira de um chefe do Poder Judiciário", disse. A posse de Joaquim Barbosa ocorrerá na semana seguinte, no dia 22 de novembro. Até o dia 29 a corte ficará com nove ministros, quando toma posse Teori Zavascki, que entrará no lugar de Cezar Peluso, que se aposentou no fim de agosto. Não há previsão sobre quando a presidente Dilma Rousseff indicará o substituto de Ayres Britto. Penas Até agora apenas Marcos Valério, apontado como o operador do mensalão, e seus ex-sócios, Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, tiveram a pena inteiramente calculada. Valério recebeu punição de 40 anos, 2 meses e 10 dias de prisão, além de 1.063 dias-multa, que equivalem a R$ 2,72 milhões. “Estou guardando esse segredo”" Carlos Ayres Britto sobre se deixará, ao se aposentar, as penas para os réus que ainda terão as punições analisadas Ramon Hollerbach foi condenado a 29 anos, 7 meses e 20 dias de prisão, além de 1.096 dias-multa, que totalizam R$ 2,793 milhões. Já a pena do outro sócio de Valério, Cristiano Paz somou 25 anos, 11 meses e 20 dias de prisão, mais 996 dias-multa no valor de R$ 2,533 milhões. As penas ainda podem sofrer alterações até o término do julgamento, quando serão proclamadas como definitivas pelo presidente do Supremo. “Ao final, todos nós queremos fazer um pente-fino na decisão para não deixar que escape irregularidades na aplicação da pena”, disse nesta sexta (9) o ministro Luiz Fux. Na semana passada, o STF iniciou ainda o cálculo das penas de Simone Vasconcelos, ex-funcionária de Valério, e de Rogério Tolentino, ex-advogado do operador do mensalão. A pena parcial de Simone, com a análise de dois crimes pelos quais ela foi condenada, soma 4 anos e 2 meses de prisão, além de 110 dias-multa no valor de R$ 143 mil. Ainda falta a análise sobre evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Já Tolentino alcançou a pena parcial de 5 anos e 3 meses de prisão, além de 110 dias-multa no valor de R$ 286 mil. Falta a análise da condenação do réu por lavagem de dinheiro.

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

MINÍSTRO JOQUIM BARBOSA DO STF VIRA O BATMAM BRASILEIRO EM QUANTO RATINHO PUBLICA: NÚCLEO DO PUBLICITÁRIO MARCOS VALÉRIO TERÃO QUE PAGAR ATÉ AGRORA EM MULTA PARA JUSTÍÇA, MAIS DE 8 MILHÕES. EM APENAS 5 CONDENAÇÕES SOBRE O MENSALÃO, A PENA DO GRUPO PODE SOMAR EM 105 ANOS DE PRISÃO. OS ACUSADOS DO MENSALÃO ESTÃO PROIBIDOS DE SAIR DO PAIS E ESTÃO APARTIR DE AGORA, SENDO VIGIADO 2HS POR DIA NOS PORTOS E AEROPORTOS E SÓ PODEM DEIXAR O PAÍS COM AUTORIZAÇÃO DO STF. A VIGILÂNCIA ENTRE OS ACUSADOS, FOI AUTORIZADO PELA POLICIA COM MEDO DE UMA FUGA EM MASSA PARA OUTROS PAISES DOS MENSALEIROS QUE ENTRAM PARA HISTÓRIA RUMO A CADEIA POR CORRUPÇÃO.

Com as definições desta quinta-feira (8), os cinco condenados que integram o chamado núcleo publicitário no processo do mensalão, em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF), terão que pagar pelo menos R$ 8,4 milhões aos cofres públicos em multas como punição. Marcos Valério, considerado o operador do mensalão, os ex-sócios Ramon Hollerbach e Cristiano Paz, além do advogado de Valério Rogério Tolentino e a diretora das agências de publicidade Simone Vasconcelos foram condenados em razão de desvios de recursos públicos e obtenção de empréstimos fraudulentos. Segundo o Supremo, o dinheiro foi utilizado para a compra de apoio político no Congresso nos primeiros anos do governo Lula. Os valores ainda podem mudar porque serão corrigidos (os valores estipulados são referentes a 2003 e 2004 e serão corrigidos para valores atuais). Também pode haver ajuste conforme o papel de cada um no esquema, segundo ministros do Supremo. No momento, a pena de multa para Hollerbach é maior do que a de Valério, considerado o operador do esquema de compra de votos. Se as penas pudessem ser somadas, os cinco réus pegariam mais de 105 anos de prisão. Assim como as multas, as penas de prisão também poderão ser ajustadas, anunciou o presidente da corte, ministro Carlos Ayres Britto. Para que a dosimetria (cálculo das penas) relativa aos réus do núcleo publicitário seja encerrada, os ministros precisam analisar duas penas para Simone Vasconcelos (nos crimes de lavagem de dinheiro e evasão de divisas) e uma pena para Rogério Tolentino (lavagem de dinheiro). A definição relativa a esses três crimes não foi concluída porque três ministros deixaram a sessão em razão de julgamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A conclusão deve ocorrer nesta segunda (12). Veja abaixo a quanto tempo de prisão cada um dos cinco réus do núcleo financeiro foi condenado e qual é a multa que terão de pagar. Dos que pertenciam ao grupo, apenas Geiza Dias foi absolvida. Marcos Valério - Pena soma 40 anos, 2 meses e 10 dias de prisão. Além disso, a multa chega a 1.063 dias-multa, que equivalem a R$ 2,72 milhões. Leia mais Ramon Hollerbach - A pena aplicada totalizou 29 anos, 7 meses e 20 dias de prisão, além de 1.096 dias-multa, que totalizam R$ 2,793 milhões. Leia mais Cristiano Paz - A punição somou 25 anos, 11 meses e 20 dias de prisão, mais 996 dias-multa no valor de R$ 2,533 milhões. Leia mais Rogério Tolentino - A pena parcial soma 5 anos e 3 meses de prisão, além de 110 dias-multa no valor de R$ 286 mil (FALTA PENA DE LAVAGEM DE DINHEIRO). Leia mais Simone Vasconcelos - A pena parcial, com a análise de dois crimes pelos quais ela foi condenada, soma 4 anos e 2 meses de prisão, além de 110 dias-multa no valor de R$ 143 mil (FALTAM AS PENAS DE LAVAGEM DE DINHEIRO E EVASÃO DE DIVISAS). Leia mais Confira abaixo a lista de condenados e absolvidos. RÉUS CONDENADOS - Bispo Rodrigues (lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - Breno Fishberg (lavagem de dinheiro) - Cristiano Paz (corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, formação de quadrilha) - Delúbio Soares (corrupção ativa e formação de quadrilha) - Emerson Palmieri (lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - Enivaldo Quadrado (formação de quadrilha e lavagem de dinheiro) - Henrique Pizzolatto (corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro) - Jacinto Lamas (lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - João Cláudio Genu (formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - João Paulo Cunha (corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro) - José Borba (corrupção passiva) - José Dirceu(corrupção ativa e formação de quadrilha) - José Genoino (corrupção ativa e formação de quadrilha) - José Roberto Salgado (gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha) - Kátia Rabello (gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, formação de quadrilha) - Marcos Valério (Corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha) - Pedro Corrêa (formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - Pedro Henry (lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - Ramon Hollerbach (corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha) - Roberto Jefferson (lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - Rogério Tolentino (lavagem de dinheiro, corrupção ativa, formação de quadrilha) - Romeu Queiroz (lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - Simone Vasconcelos (lavagem de dinheiro, corrupção ativa, evasão de divisas, formação de quadrilha) - Valdemar Costa Neto (lavagem de dinheiro e corrupção passiva) - Vinícius Samarane (gestão fraudulenta e lavagem de dinheiro) ABSOLVIÇÕES PARCIAIS (réus que foram condenados em outros crimes) - Breno Fischberg (formação de quadrilha) - Cristiano Paz (evasão de divisas) - Jacinto Lamas (formação de quadrilha) - João Paulo Cunha (peculato) - José Borba (lavagem de dinheiro) - Pedro Henry (formação de quadrilha) - Valdemar Costa Neto (formação de quadrilha) - Vinícius Samarane (formação de quadrilha e evasão de divisas) RÉUS ABSOLVIDOS - Anderson Adauto (corrupção ativa e lavagem de dinheiro) - Anita Leocádia (lavagem de dinheiro) - Antônio Lamas (lavagem de dinheiro e formação de quadrilha) - Ayanna Tenório (gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha) - Duda Mendonça (lavagem de dinheiro e evasão de divisas) - Geiza Dias (lavagem de dinheiro, evasão de divisas e formação de quadrilha) - João Magno (lavagem de dinheiro) - José Luiz Alves (lavagem de dinheiro) - Luiz Gushiken (peculato) - Paulo Rocha (lavagem de dinheiro) - Professor Luizinho (lavagem de dinheiro) - Zilmar Fernandes (lavagem de dinheiro e evasão de divisas)