quinta-feira, 28 de abril de 2011
FILHA DO ETERNO VINICÍOS DE MORAES MORRE AOS 55 ANOS NO RIO.
Morreu na manhã desta quinta-feira (28), na Zona Sul do Rio, Luciana de Moraes, de 55 anos, uma das filhas do compositor e poeta Vinicius de Moraes, segundo informações da Polícia Militar.
De acordo com o comandante do 23º BPM, tenente-coronel Frederico Caldas, o corpo foi encontrado, por volta das 7h30, na calçada em frente ao prédio onde ela morava, na Avenida Visconde de Albuquerque, no Leblon.
Segundo informações da PM, Luciana teria cortado os pulsos e se jogado pela janela. Peritos estão no local para investigar a causa da morte.
Uma funcionária do escritório onde Luciana trabalhava informou que o velório está marcado para as 16h30 desta quinta-feira (28) na capela 1 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul. O enterro será ao meio-dia de sexta-feira (29) no mesmo local.
De acordo com o comandante do 23º BPM, tenente-coronel Frederico Caldas, o corpo foi encontrado, por volta das 7h30, na calçada em frente ao prédio onde ela morava, na Avenida Visconde de Albuquerque, no Leblon.
Segundo informações da PM, Luciana teria cortado os pulsos e se jogado pela janela. Peritos estão no local para investigar a causa da morte.
Uma funcionária do escritório onde Luciana trabalhava informou que o velório está marcado para as 16h30 desta quinta-feira (28) na capela 1 do Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul. O enterro será ao meio-dia de sexta-feira (29) no mesmo local.
sábado, 23 de abril de 2011
RATINHO DENUNCIA NO BLOG MATANÇA DE BOTOS NA BACIA AMAZÔNICA: LEIA MATÉRIA COMPLETA AQUI EM BAIXO COM EXCLUSIVIDADE DIRETO DE BRASÍLIA ESTA DENÚNCIA!!!
Associado a antigos mitos e lendas amazônicas, o boto cor-de-rosa corre o risco de virar mesmo apenas história, de acordo com denúncias de biólogos e ambientalistas. A população de botos da região estaria sendo dizimada por pescadores, interessados em usar sua carne e seus ossos como isca para fisgar um peixe chamado piracatinga, muito valorizado em algumas cidades brasileiras e na Colômbia.
Na comunidade de Igarapé do Costa, no Pará, este símbolo da Amazônia é visto pelos pescadores como uma praga. “Ele estraga as redes, come e espanta os peixes”, reclama um pescador. “Eu meti o arpão em alguns”, confessa outro. A recente reputação de boa isca se soma à lenda que associa o boto cor-de-rosa ao sumiço de pessoas e à gravidez das moças da região.
São histórias locais, cheias de passagens sombrias e referências à magia. “Ele é mau, porque leva as pessoas embora e abusa delas”, diz um habitante. “Sempre digo a minhas filhas e netas que o boto engravida as moças e que elas não devem nunca entrar na água quando estiverem menstruadas. Minha mãe me dizia isso”, afirma a moradora Maria Siqueira.
Assim, esses seres considerados inteligentes e amigáveis acabam vistos como inimigos ameaçadores. Segundo os biólogos, nas últimas décadas, centenas ou milhares de botos foram mortos na Amazônia por causa da pesca da piracatinga, uma das poucas fontes de renda de comunidades paupérrimas. “Às vezes, jogamos a rede na água e passamos uma semana sem pegar um único peixe”, diz Ronan Benício Rego, líder comunitário. “Mas a piracatinga dá para pescar na hora, então, pegamos para alimentar a família. Se não, vamos padecer”, justifica.
“Este foi morto por um pescador, com uma machadinha”, diz o biólogo português Miguel Miguéis, com a cabeça de um boto nas mãos. Ele luta para proteger esses mamíferos. “A população de botos cor-de-rosa diminui a cada ano. A principal ameaça à espécie é essa matança indiscriminada que acontece aqui na Bacia Amazônica, sem nenhum controle. Eles matam porque não há autoridade nesse lugar”, lamenta.
Há dois anos, a equipe do biólogo registrou 250 botos numa reserva perto da cidade. Este ano, somente 50 foram encontrados. Os pesquisadores têm documentado as mortes, na tentativa de chamar a atenção para o problema. Também procuram conversar com os pescadores responsáveis, de modo a orientá-los a manter a fonte de renda, sem matar os botos. Miguéis diz que a carne de porco pode perfeitamente substituir a do boto na hora de pegar a piracatinga.
Ronan Benício Rego alega que os pescadores de Igarapé fizeram a substituição há mais de um ano, mas muitos dizem que a matança continua. A piracatinga pescada nessas águas geralmente vai para mercados de Bogotá, na Colômbia. Num esquema fraudulento, ganha outro nome e é vendida como uma espécie de peixe muito popular e cara, o capaz. “É excelente, muito saboroso. Não tem espinhas, os colombianos gostam muito”, diz o comerciante David Aguirre.
“O consumidor não tem ideia do que está comprando e comendo. E nem sonha que botos estão sendo mortos para servir de isca para esse peixe”, afirma Fernando Trujillo, da Fundação Omacha, um grupo ambientalista de Bogotá. “O boto é um mamífero ameaçado de extinção. Se dependesse de mim, não apoiaria essas práticas”, diz Andrés Garcia, vendedor de peixes.
As autoridades brasileiras dizem que os pescadores estão infringindo a lei e vão apurar se eles têm alguma conexão com o crime organizado colombiano. Em meio às denúncias e promessas de investigação, o biólogo Miguel Miguéis se preocupa ainda com o folclore que envolve o boto. “Se o boto desaparecer, toda a cultura, todas as lendas vão desaparecer, assim como uma parte da Amazônia. Para mim, isso é a coisa mais triste que pode acontecer”, afirma.
Na comunidade de Igarapé do Costa, no Pará, este símbolo da Amazônia é visto pelos pescadores como uma praga. “Ele estraga as redes, come e espanta os peixes”, reclama um pescador. “Eu meti o arpão em alguns”, confessa outro. A recente reputação de boa isca se soma à lenda que associa o boto cor-de-rosa ao sumiço de pessoas e à gravidez das moças da região.
São histórias locais, cheias de passagens sombrias e referências à magia. “Ele é mau, porque leva as pessoas embora e abusa delas”, diz um habitante. “Sempre digo a minhas filhas e netas que o boto engravida as moças e que elas não devem nunca entrar na água quando estiverem menstruadas. Minha mãe me dizia isso”, afirma a moradora Maria Siqueira.
Assim, esses seres considerados inteligentes e amigáveis acabam vistos como inimigos ameaçadores. Segundo os biólogos, nas últimas décadas, centenas ou milhares de botos foram mortos na Amazônia por causa da pesca da piracatinga, uma das poucas fontes de renda de comunidades paupérrimas. “Às vezes, jogamos a rede na água e passamos uma semana sem pegar um único peixe”, diz Ronan Benício Rego, líder comunitário. “Mas a piracatinga dá para pescar na hora, então, pegamos para alimentar a família. Se não, vamos padecer”, justifica.
“Este foi morto por um pescador, com uma machadinha”, diz o biólogo português Miguel Miguéis, com a cabeça de um boto nas mãos. Ele luta para proteger esses mamíferos. “A população de botos cor-de-rosa diminui a cada ano. A principal ameaça à espécie é essa matança indiscriminada que acontece aqui na Bacia Amazônica, sem nenhum controle. Eles matam porque não há autoridade nesse lugar”, lamenta.
Há dois anos, a equipe do biólogo registrou 250 botos numa reserva perto da cidade. Este ano, somente 50 foram encontrados. Os pesquisadores têm documentado as mortes, na tentativa de chamar a atenção para o problema. Também procuram conversar com os pescadores responsáveis, de modo a orientá-los a manter a fonte de renda, sem matar os botos. Miguéis diz que a carne de porco pode perfeitamente substituir a do boto na hora de pegar a piracatinga.
Ronan Benício Rego alega que os pescadores de Igarapé fizeram a substituição há mais de um ano, mas muitos dizem que a matança continua. A piracatinga pescada nessas águas geralmente vai para mercados de Bogotá, na Colômbia. Num esquema fraudulento, ganha outro nome e é vendida como uma espécie de peixe muito popular e cara, o capaz. “É excelente, muito saboroso. Não tem espinhas, os colombianos gostam muito”, diz o comerciante David Aguirre.
“O consumidor não tem ideia do que está comprando e comendo. E nem sonha que botos estão sendo mortos para servir de isca para esse peixe”, afirma Fernando Trujillo, da Fundação Omacha, um grupo ambientalista de Bogotá. “O boto é um mamífero ameaçado de extinção. Se dependesse de mim, não apoiaria essas práticas”, diz Andrés Garcia, vendedor de peixes.
As autoridades brasileiras dizem que os pescadores estão infringindo a lei e vão apurar se eles têm alguma conexão com o crime organizado colombiano. Em meio às denúncias e promessas de investigação, o biólogo Miguel Miguéis se preocupa ainda com o folclore que envolve o boto. “Se o boto desaparecer, toda a cultura, todas as lendas vão desaparecer, assim como uma parte da Amazônia. Para mim, isso é a coisa mais triste que pode acontecer”, afirma.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
RATINHO PUBLICA PRISÃO DA PROMOTORA CORRUPTA PRESA PELA POLÍCIA FEDERAL EM BRASÍLIA.
A promotora Deborah Guerner foi presa na manhã desta quarta-feira (20) pela Polícia Federal. Ela e o ex-procurador de Justiça do DF Leonardo Bandarra são acusados de se beneficiarem do esquema de corrupção conhecido como o mensalão do DEM no Distrito Federal.
Segundo o Ministério Público Federal no DF, Deborah Guerner e o marido, Jorge Guerner, tiveram a prisão preventiva decretada com base em indícios de participação de ambos em outro esquema de corrupção em São Paulo. O objetivo da prisão, segundo o MP, é garantir a ordem pública e evitar que crimes continuem a ser cometidos. O MP informou que ainda não pode divulgar detalhes dessa nova investigação.
O MP informou também que nesta terça-feira (19) foi feito um novo pedido de denúncia contra a promotora. Ela é acusada de fraude processual por ter supostamente simulado insanidade mental para não ser responsabilizada pelos crimes dos quais é investigada. De acordo com o MP, há provas, em vídeos e documentos, de que Guerner teria feito aulas de teatro para simular a loucura, além de outros artifícios.
A denúncia será avaliada pela juíza Mônica Sifuentes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF), que vai decidir se Guerner responderá por mais essa acusação.
Prisão
A assessoria da PF e o MP informaram que Deborah Guerner e o marido foram presos em casa, mas segundo o advogado do casal, Pedro Paulo Medeiros, eles foram presos no Aeroporto Internacional de Brasília, quando regressavam de uma viagem à Itália. Medeiros explicou que Deborah Guerner viajou para a Itália porque o marido tem negócios no país. Segundo o advogado, Jorge Guerner viaja uma vez por mês para a Itália.
saiba mais
Procuradora se descontrola em julgamento sobre mensalão do DEM
STF nega recursos de citados em investigação do mensalão do DEM
Procurador diz que Barbosa afirmou ter feito outros repasses a deputada
'O rolo compressor vem aí. Nem começou', diz Durval sobre escândalo
Déborah Guerner está presa na Superintendência da Polícia Federal em Brasília por ter foro privilegiado. O marido de Guerner também foi preso pela PF e será encaminhado para o Complexo Penitenciário da Papuda.
O advogado de Guerner disse que não teve acesso ao mandado de prisão, expedido pelo TRF da 1ª Região nesta segunda-feira (18). Ele disse ainda que sempre comunica ao TRF quando Guerner e o marido viajam para o exterior.
Corrupção
Deborah Guerner e Leonardo Bandarra são acusados de exigir R$ 2 milhões para não divulgar um vídeo em que o ex-governador José Roberto Arruda aparece recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa.
Segundo denúncias de Durval Barbosa, Bandarra recebeu do esquema R$ 1,6 milhão, além de R$ 150 mil por mês, para impedir que os contratos sem licitação para a coleta de lixo fossem investigados.
O Ministério Público Federal denunciou Guerner e Bandarra pelos crimes de violação de sigilo funcional, concussão (exigir dinheiro ou vantagem em razão da função que ocupa) e formação de quadrilha. Eles foram afastados das funções no MP em dezembro de 2010. Bandarra foi procurador-geral de Justiça do Distrito Federal até junho de 2010 e a promotora Deborah Guerner era sua auxiliar.
Segundo dados da investigação da Polícia Federal, teria sido Deborah a responsável por estabelecer as negociações de cobrança de propina com Durval Barbosa quando ele ocupava a Secretaria de Relações Institucionais no governo Arruda.
Processo
Guerner e Bandarra respondem a processo administrativo no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). No dia 6 de abril, durante julgamento no CNMP, Guerner teve um episódio de descontrole emocional.
Durante a leitura do voto do relator, a promotora Deborah Guerner, deixou o plenário e, segundo o advogado Rogério Martins, teve um episódio de “desequilíbrio”. Os gritos da procuradora podiam ser ouvidos pelos conselheiros dentro do plenário. Em conversa com um dos advogados, Guerner dizia ser inocente, se disse também vítima de linchamento moral e alvo das mentiras de “dois bandidos”.
“A verdade é que eu não fiz nada. Eu não tenho nada com isso, estão se baseando na palavra de dois bandidos”, disse a promotora.
Segundo o Ministério Público Federal no DF, Deborah Guerner e o marido, Jorge Guerner, tiveram a prisão preventiva decretada com base em indícios de participação de ambos em outro esquema de corrupção em São Paulo. O objetivo da prisão, segundo o MP, é garantir a ordem pública e evitar que crimes continuem a ser cometidos. O MP informou que ainda não pode divulgar detalhes dessa nova investigação.
O MP informou também que nesta terça-feira (19) foi feito um novo pedido de denúncia contra a promotora. Ela é acusada de fraude processual por ter supostamente simulado insanidade mental para não ser responsabilizada pelos crimes dos quais é investigada. De acordo com o MP, há provas, em vídeos e documentos, de que Guerner teria feito aulas de teatro para simular a loucura, além de outros artifícios.
A denúncia será avaliada pela juíza Mônica Sifuentes do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF), que vai decidir se Guerner responderá por mais essa acusação.
Prisão
A assessoria da PF e o MP informaram que Deborah Guerner e o marido foram presos em casa, mas segundo o advogado do casal, Pedro Paulo Medeiros, eles foram presos no Aeroporto Internacional de Brasília, quando regressavam de uma viagem à Itália. Medeiros explicou que Deborah Guerner viajou para a Itália porque o marido tem negócios no país. Segundo o advogado, Jorge Guerner viaja uma vez por mês para a Itália.
saiba mais
Procuradora se descontrola em julgamento sobre mensalão do DEM
STF nega recursos de citados em investigação do mensalão do DEM
Procurador diz que Barbosa afirmou ter feito outros repasses a deputada
'O rolo compressor vem aí. Nem começou', diz Durval sobre escândalo
Déborah Guerner está presa na Superintendência da Polícia Federal em Brasília por ter foro privilegiado. O marido de Guerner também foi preso pela PF e será encaminhado para o Complexo Penitenciário da Papuda.
O advogado de Guerner disse que não teve acesso ao mandado de prisão, expedido pelo TRF da 1ª Região nesta segunda-feira (18). Ele disse ainda que sempre comunica ao TRF quando Guerner e o marido viajam para o exterior.
Corrupção
Deborah Guerner e Leonardo Bandarra são acusados de exigir R$ 2 milhões para não divulgar um vídeo em que o ex-governador José Roberto Arruda aparece recebendo dinheiro do delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa.
Segundo denúncias de Durval Barbosa, Bandarra recebeu do esquema R$ 1,6 milhão, além de R$ 150 mil por mês, para impedir que os contratos sem licitação para a coleta de lixo fossem investigados.
O Ministério Público Federal denunciou Guerner e Bandarra pelos crimes de violação de sigilo funcional, concussão (exigir dinheiro ou vantagem em razão da função que ocupa) e formação de quadrilha. Eles foram afastados das funções no MP em dezembro de 2010. Bandarra foi procurador-geral de Justiça do Distrito Federal até junho de 2010 e a promotora Deborah Guerner era sua auxiliar.
Segundo dados da investigação da Polícia Federal, teria sido Deborah a responsável por estabelecer as negociações de cobrança de propina com Durval Barbosa quando ele ocupava a Secretaria de Relações Institucionais no governo Arruda.
Processo
Guerner e Bandarra respondem a processo administrativo no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP). No dia 6 de abril, durante julgamento no CNMP, Guerner teve um episódio de descontrole emocional.
Durante a leitura do voto do relator, a promotora Deborah Guerner, deixou o plenário e, segundo o advogado Rogério Martins, teve um episódio de “desequilíbrio”. Os gritos da procuradora podiam ser ouvidos pelos conselheiros dentro do plenário. Em conversa com um dos advogados, Guerner dizia ser inocente, se disse também vítima de linchamento moral e alvo das mentiras de “dois bandidos”.
“A verdade é que eu não fiz nada. Eu não tenho nada com isso, estão se baseando na palavra de dois bandidos”, disse a promotora.
terça-feira, 19 de abril de 2011
RATINHO INFORMA: MULHER FILÉ DA PLAYBOY É ASSALTADA NO RIO PERDE 3 MIL E ENTRA EM PÂNICO AO VER O GROSSO CALÍBRE DOS HOMENS ASSALTANTES.
Mulher Filé relata momentos de pânico em assalto a escritório no Rio
Ela já tinha sido assaltada há menos de 2 meses; desta vez perdeu R$ 3 mil.
Roubo aconteceu em escritório de empresário na Penha Circular.
Mulher Filé (Foto: Bruna Prado/Futura Press)Mulher Filé no lançamento da revista Playboy, em
agosto de 2010 (Foto: Bruna Prado/Futura Press)
Um dia após sofrer um assalto e ficar diante de três homens armados com pistolas, a funkeira Yani de Simone, conhecida como Mulher Filé, relatou nesta terça-feira (19) os momentos de pânico e apreensão vividos. Ela disse que esse foi o segundo assalto em menos de dois meses.
A dançarina, de 22 anos, e outras 11 pessoas estavam no escritório de seu empresário e de outros artistas, quando foram surpreendidas pelos assaltantes. O crime aconteceu na Travessa Cacilda Rodrigues, na Penha Circular, na Zona Norte da cidade.
Ela relembra que 10 minutos após chegar ao escritório, os assaltantes entraram no local com um funcionário refém. “Eles gritaram: 'a gente vai esculachar, tô doido pra matar um hoje, todo mundo no chão e com as mãos pra cima'”, contou a jovem que teve a bolsa, o celular e R$ 3 mil em dinheiro roubados.
Hipótese de assalto encomendado
No escritório, o trio roubou ao todo cerca de R$ 20 mil, além de um laptop. Yani acredita que o assalto foi encomendado e que os homens sabiam que segunda-feira era o dia que os funkeiros se reuniam no local para acertar os pagamentos dos shows realizados no fim de semana. Após o assalto, ela falou que o seu empresário vai procurar outro endereço para o escritório.
“Está todo mundo traumatizado. Acho que foi bagulho mandado, eles sabiam que as pessoas estavam com dinheiro e que eram valores altos. Eu ainda fui reconhecida pelos criminosos que falaram: 'Filé, fica calma, não vamos fazer nada com você, não era nem para você estar aqui'”, falou Yani.
Fiquei o tempo todo de cabeça baixa, de olhos fechados, com medo que eles achassem que eu estava gravando a cara deles
Mulher Filé
Após o roubo, os homens trancaram as vítimas no banheiro, menos a funkeira. Ela conta que pediu para ser liberada, já que sofre de claustrofobia (aversão a lugares fechados). Após o segundo assalto, a Filé diz que não vai mais andar sozinha e só vai sair à noite para os shows acompanhada de seguranças.
“Eu ainda estava me recuperando do primeiro assalto e fui surpreendida por esse outro. Fiquei o tempo todo de cabeça baixa, de olhos fechados, com medo que eles achassem que eu estava gravando a cara deles. A partir de agora, vou ter mais precaução quando estiver na rua”, disse ela, que registrou queixa na 22ª DP (Penha).
Policiais da delegacia informaram que já pediram imagens das câmeras de estabelecimentos vizinhos ao escritório para ajudar nas investigações.
Agredida em assalto em Duque de Caxias
Na madrugada de 22 de fevereiro, Yani contou que ela e uma de suas dançarinas foram agredidas. Os ladrões levaram celulares, seu carro e cerca de R$ 1 mil em dinheiro. Elas foram fechadas por um carro na Avenida Presidente Kennedy, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
“Eles acharam que a gente ia levantar a cabeça para ver o rosto deles. Eles bateram na minha cabeça, um estava com a arma apontada para mim. Quando o da frente virou armado também, fechei os olhos e comecei a orar”, contou ela, na ocasião.
Você pode comentar também essa e outras matérias por meu e-mail: ratinhodejesus@hotmail.com ou ligue através de um telefone tim. 041((61))8241-0313 o canal de notícia 24:00hs direto de Brasília (Câmara dos Deputados e Senado Federal) com Ratinho.
Ela já tinha sido assaltada há menos de 2 meses; desta vez perdeu R$ 3 mil.
Roubo aconteceu em escritório de empresário na Penha Circular.
Mulher Filé (Foto: Bruna Prado/Futura Press)Mulher Filé no lançamento da revista Playboy, em
agosto de 2010 (Foto: Bruna Prado/Futura Press)
Um dia após sofrer um assalto e ficar diante de três homens armados com pistolas, a funkeira Yani de Simone, conhecida como Mulher Filé, relatou nesta terça-feira (19) os momentos de pânico e apreensão vividos. Ela disse que esse foi o segundo assalto em menos de dois meses.
A dançarina, de 22 anos, e outras 11 pessoas estavam no escritório de seu empresário e de outros artistas, quando foram surpreendidas pelos assaltantes. O crime aconteceu na Travessa Cacilda Rodrigues, na Penha Circular, na Zona Norte da cidade.
Ela relembra que 10 minutos após chegar ao escritório, os assaltantes entraram no local com um funcionário refém. “Eles gritaram: 'a gente vai esculachar, tô doido pra matar um hoje, todo mundo no chão e com as mãos pra cima'”, contou a jovem que teve a bolsa, o celular e R$ 3 mil em dinheiro roubados.
Hipótese de assalto encomendado
No escritório, o trio roubou ao todo cerca de R$ 20 mil, além de um laptop. Yani acredita que o assalto foi encomendado e que os homens sabiam que segunda-feira era o dia que os funkeiros se reuniam no local para acertar os pagamentos dos shows realizados no fim de semana. Após o assalto, ela falou que o seu empresário vai procurar outro endereço para o escritório.
“Está todo mundo traumatizado. Acho que foi bagulho mandado, eles sabiam que as pessoas estavam com dinheiro e que eram valores altos. Eu ainda fui reconhecida pelos criminosos que falaram: 'Filé, fica calma, não vamos fazer nada com você, não era nem para você estar aqui'”, falou Yani.
Fiquei o tempo todo de cabeça baixa, de olhos fechados, com medo que eles achassem que eu estava gravando a cara deles
Mulher Filé
Após o roubo, os homens trancaram as vítimas no banheiro, menos a funkeira. Ela conta que pediu para ser liberada, já que sofre de claustrofobia (aversão a lugares fechados). Após o segundo assalto, a Filé diz que não vai mais andar sozinha e só vai sair à noite para os shows acompanhada de seguranças.
“Eu ainda estava me recuperando do primeiro assalto e fui surpreendida por esse outro. Fiquei o tempo todo de cabeça baixa, de olhos fechados, com medo que eles achassem que eu estava gravando a cara deles. A partir de agora, vou ter mais precaução quando estiver na rua”, disse ela, que registrou queixa na 22ª DP (Penha).
Policiais da delegacia informaram que já pediram imagens das câmeras de estabelecimentos vizinhos ao escritório para ajudar nas investigações.
Agredida em assalto em Duque de Caxias
Na madrugada de 22 de fevereiro, Yani contou que ela e uma de suas dançarinas foram agredidas. Os ladrões levaram celulares, seu carro e cerca de R$ 1 mil em dinheiro. Elas foram fechadas por um carro na Avenida Presidente Kennedy, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
“Eles acharam que a gente ia levantar a cabeça para ver o rosto deles. Eles bateram na minha cabeça, um estava com a arma apontada para mim. Quando o da frente virou armado também, fechei os olhos e comecei a orar”, contou ela, na ocasião.
Você pode comentar também essa e outras matérias por meu e-mail: ratinhodejesus@hotmail.com ou ligue através de um telefone tim. 041((61))8241-0313 o canal de notícia 24:00hs direto de Brasília (Câmara dos Deputados e Senado Federal) com Ratinho.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
RATINHO ESCLARECE TUDO SOBRE ARMAS NOS TRIBUNAIS DE JUSTÍÇA DO BRASIL: LEIA COM ATENÇAÕ E FAÇA SEU COMENTÁRIO SOBRE À VIOLÊNCIA QUE IMPERA O PAÍS.
18/04/2011 15h48 - Atualizado em 18/04/2011 15h48
O arsenal guardado nos TJs iguala número de armas da polícia no país
São 752,9 mil armas em fóruns, 73% estão no estado do Rio, segundo CNJ.
Falta de segurança e aumento de roubos preocupam, dizem especialistas.
Há um verdadeiro arsenal estocado nos fóruns do país. É isso que mostra um levantamento inédito realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e obtido com exclusividade pelo G1. Pelo menos 752.934 armas estão guardadas nos 27 Tribunais de Justiça do Brasil. O número é quase igual ao total de armas em poder dos órgãos de segurança pública do país (incluindo polícias Civil, Militar, Federal, Rodoviária Federal e Força Nacional), que chega a 766.100 unidades, segundo levantamento de 2010 realizado pela Viva Rio com o Ministério da Justiça.
Dentre os estados, destaca-se o Rio de Janeiro, que tem sob tutela do Poder Judiciário cerca de 73% do total das armas nos fóruns do país (veja tabela abaixo). Procurada várias vezes pelo G1 durante dois dias, a assessoria do TJ do Rio não disse quais são os tipos de armas apreendidas, se todas as 552 mil armas ainda estão relacionadas a processos em andamento e o motivo de o número ser tão grande. O TJ informou apenas que "não possui depósitos de armas, e que as armas relacionadas a um processo ficam no depósito da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos da Polícia Civil (Dfae)".
Armas apreendidas estão armazenadas em depósito da Polícia Civil no Rio (Foto: Viva Rio/Divulgação) “Todas as armas envolvidas em ações são mantidas no depósito do Dfae até o fim do processo, pois são provas de crime”, informou a assessoria de imprensa do TJ-RJ.
Tribunais de Justiça nº de armas
Rio de Janeiro 552.429
São Paulo 51.454
Minas Gerais 41.723
Rio Grande do Sul 19.388
Pernambuco 12.412
Paraná 10.518
Distrito Federal 8.910
Mato Grosso do Sul 8.727
Espírito Santo 5.846
Ceará 4.853
Paraíba 4.773
Goiás 4.150
Santa Catarina 3.973
Mato Grosso 3.933
Pará 3.779
Rio Grande do Norte 3.531
Rondônia 2.577
Tocantins 2.261
Bahia 1.950
Acre 1.053
Amapá 988
Amazonas 869
Sergipe 839
Alagoas 701
Maranhão 597
Roraíma 396
Piauí 304
Total 752.934
Fonte: CNJ
(dados atualizados em 15 de abril)
O conselheiro do CNJ Felipe Locke Cavalcanti diz ter “se surpreendido” com o número. “Quando começamos o cadastro de bens apreendidos, no final do ano passado, sabíamos que o número de armas era grande, mas não tínhamos ideia que era tanto”, afirma. O relatório foi realizado após a divulgação de várias notícias sobre furtos e roubos de armas nos tribunais.
“Tribunal não é feito para ter arsenal, mas para julgar. Essa não é uma função típica do Judiciário. Essas armas devem ser tiradas dos fóruns o quanto antes e destruídas, pois estão gerando insegurança”, afirma ele.
Cavalcanti diz não saber por que o Rio de Janeiro apresenta o maior percentual. “Pedimos que todos os estados cadastrassem os bens apreendidos em processos judiciais, e [o cadastramento] ainda está em andamento. Pode ser que o Rio tenha sido o mais rápido no cadastro ou tenha uma dificuldade maior na destruição desse arsenal”, afirma o conselheiro.
“As armas estão acondicionadas sem critérios de segurança, já foram objeto de furto em vários estados. Só destruindo é que temos a certeza de que não voltarão para as mãos do crime”, acrescenta.
Com o relatório em mãos, o CNJ fez duas deliberações aos tribunais, segundo Cavalcanti: que mantenham sob sua guarda apenas armas relacionadas a processos de crimes contra a vida, como assassinatos, e que sejam melhoradas as condições de segurança dos paióis. “Emitimos um parecer determinando que os tribunais devam destruir imediatamente as armas que não serão mais necessárias ao processo”, acrescenta ele.
O jurista e cientista político Guaracy Mingardi, ex-diretor do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente (Ilanud), se mostrou espantado com os números. “Se o Rio tem a maior quantidade de armas estocadas, qual é o motivo? O estado de São Paulo apreende muito mais do que o Rio e a quantidade é menor”, questiona ele.
Segundo Mingardi, a legislação determina que as armas fiquem apreendidas até o processo transitar em julgado. “Mas há muitas armas de casos que já transitaram que continuam guardadas, esquecidas. É uma bagunça, principalmente no interior, onde os fóruns não têm segurança nenhuma”, diz.
Depósito de armas da Dfae, da Polícia Civil, no Rio
(Foto: Renato Wrobel/Acervo Viva Rio)Antônio Rangel, da ONG Viva Rio, aponta falhas na situação das armas. “Pelas nossas andanças pelo país, encontramos depósitos inapropriados, facilmente acessíveis para os bandidos”, diz ele. “Outro problema é que o Exército parou de destruir as armas em alguns estados após determinação judicial, pois armas históricas estavam sendo destruídas”, critica.
Ele considera um “arcaísmo manter as armas fisicamente” nos fóruns, enquanto poderiam ser guardados apenas laudos conclusivos. “Muitas armas ficam nos tribunais ilegalmente, indevidamente. E, com falhas na segurança, essas armas são desviadas, roubadas, facilmente acessíveis.”
Casos de roubos de armas em fóruns do país, segundo dados da CPI do Tráfico de Armas
Bacabal (Maranhão), em 2011, 159 armas
Arapiraca (AL), 2011, 29 armas
Penedo (Alagoas), em 2011, 21 armas
Mauriti (Ceará), 2011, 16 armas
Caxias do Sul (Rio Grande do Sul), 2010, 300 armas roubadas
Campina Grande (Paraíba), 2010, 22 armas
Ivaiporã (Paraná), 2010, 12 armas
São José dos Pinhais (Paraná), 2010, 9 armas
Banabuiú (Ceará), em 2010, número não divulgado
Itiúba (Bahia), 2009, 49 armas
Inocência (Mato Grosso do Sul), 2009, 13 armas furtadas
Campina da Lagoa (Paraná), 2009, número não divulgado
Bragança Paulista (São Paulo), em 2008 - 240 armas roubadas
Pinheiro (Maranhão), não divulgado o ano, 10 armas
Além dos tribunais, muitas armas apreendidas e que integram processos judiciais estão sob a guarda das polícias. No Rio, o diretor da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos da Polícia Civil (Dfae), delegado Claudio Vieira, relatou durante uma sessão da CPI das Armas que armas que estavam acauteladas voltaram ao Dfae, sem que se soubesse como saíram. Na ocasião, Vieira disse que 150 mil armas e mais de 4 toneladas de munição estão sob custódia da Polícia Civil.
Procurado pelo G1, o delegado Claudio Vieira disse que não poderia falar sobre o tema. Já a Polícia Civil do Rio informou que as armas que estão acauteladas na sede do Dfae estão em condições de segurança.
O deputado Paulo Pimenta, relator da CPI do Tráfico de Armas do Congresso, levantou uma série de casos como roubos e furtos de fóruns no país nos últimos anos (veja tabela ao lado). “No Fórum de Arapiraca, em Alagoas, dois PMs foram presos após desviarem 140 armas durante dois anos. Em muitas cidades do interior, a segurança é precária. Encontramos um lugar onde um segurança privado de mais de 70 anos era o único guarda noturno do local”, diz ele.
O Tribunal de Justiça de Alagoas informou que o caso foi investigado, que não havia funcionários do Judiciário envolvidos e que estuda novas medidas de segurança a serem implementadas.
“Quando aumentam-se as ações de controle de fronteira e a repressão ao crime organizado, os criminosos voltam sua atenção para esses espaços (os tribunais). O controle sobre essas armas é falho”, acredita o deputado.
O Exército não respondeu, até a publicação desta reportagem. A Secretaria de Estado de Segurança Pública do Rio de Janeiro disse que "cada corporação cuida da segurança do seu próprio paiol".
Envie seu cometário para ratinhodejesus@hotmail.com por um país sem armas e sem violência.((61))8241-0313-TIM-Brasília: O SEU CANAL DE NOTÍCIA 24HS Direto da Câmara dos Deputados e Senado Federal. Comente você também! Seja mais um Brasileiro de LUTA por seus ideais.
O arsenal guardado nos TJs iguala número de armas da polícia no país
São 752,9 mil armas em fóruns, 73% estão no estado do Rio, segundo CNJ.
Falta de segurança e aumento de roubos preocupam, dizem especialistas.
Há um verdadeiro arsenal estocado nos fóruns do país. É isso que mostra um levantamento inédito realizado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e obtido com exclusividade pelo G1. Pelo menos 752.934 armas estão guardadas nos 27 Tribunais de Justiça do Brasil. O número é quase igual ao total de armas em poder dos órgãos de segurança pública do país (incluindo polícias Civil, Militar, Federal, Rodoviária Federal e Força Nacional), que chega a 766.100 unidades, segundo levantamento de 2010 realizado pela Viva Rio com o Ministério da Justiça.
Dentre os estados, destaca-se o Rio de Janeiro, que tem sob tutela do Poder Judiciário cerca de 73% do total das armas nos fóruns do país (veja tabela abaixo). Procurada várias vezes pelo G1 durante dois dias, a assessoria do TJ do Rio não disse quais são os tipos de armas apreendidas, se todas as 552 mil armas ainda estão relacionadas a processos em andamento e o motivo de o número ser tão grande. O TJ informou apenas que "não possui depósitos de armas, e que as armas relacionadas a um processo ficam no depósito da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos da Polícia Civil (Dfae)".
Armas apreendidas estão armazenadas em depósito da Polícia Civil no Rio (Foto: Viva Rio/Divulgação) “Todas as armas envolvidas em ações são mantidas no depósito do Dfae até o fim do processo, pois são provas de crime”, informou a assessoria de imprensa do TJ-RJ.
Tribunais de Justiça nº de armas
Rio de Janeiro 552.429
São Paulo 51.454
Minas Gerais 41.723
Rio Grande do Sul 19.388
Pernambuco 12.412
Paraná 10.518
Distrito Federal 8.910
Mato Grosso do Sul 8.727
Espírito Santo 5.846
Ceará 4.853
Paraíba 4.773
Goiás 4.150
Santa Catarina 3.973
Mato Grosso 3.933
Pará 3.779
Rio Grande do Norte 3.531
Rondônia 2.577
Tocantins 2.261
Bahia 1.950
Acre 1.053
Amapá 988
Amazonas 869
Sergipe 839
Alagoas 701
Maranhão 597
Roraíma 396
Piauí 304
Total 752.934
Fonte: CNJ
(dados atualizados em 15 de abril)
O conselheiro do CNJ Felipe Locke Cavalcanti diz ter “se surpreendido” com o número. “Quando começamos o cadastro de bens apreendidos, no final do ano passado, sabíamos que o número de armas era grande, mas não tínhamos ideia que era tanto”, afirma. O relatório foi realizado após a divulgação de várias notícias sobre furtos e roubos de armas nos tribunais.
“Tribunal não é feito para ter arsenal, mas para julgar. Essa não é uma função típica do Judiciário. Essas armas devem ser tiradas dos fóruns o quanto antes e destruídas, pois estão gerando insegurança”, afirma ele.
Cavalcanti diz não saber por que o Rio de Janeiro apresenta o maior percentual. “Pedimos que todos os estados cadastrassem os bens apreendidos em processos judiciais, e [o cadastramento] ainda está em andamento. Pode ser que o Rio tenha sido o mais rápido no cadastro ou tenha uma dificuldade maior na destruição desse arsenal”, afirma o conselheiro.
“As armas estão acondicionadas sem critérios de segurança, já foram objeto de furto em vários estados. Só destruindo é que temos a certeza de que não voltarão para as mãos do crime”, acrescenta.
Com o relatório em mãos, o CNJ fez duas deliberações aos tribunais, segundo Cavalcanti: que mantenham sob sua guarda apenas armas relacionadas a processos de crimes contra a vida, como assassinatos, e que sejam melhoradas as condições de segurança dos paióis. “Emitimos um parecer determinando que os tribunais devam destruir imediatamente as armas que não serão mais necessárias ao processo”, acrescenta ele.
O jurista e cientista político Guaracy Mingardi, ex-diretor do Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para a Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente (Ilanud), se mostrou espantado com os números. “Se o Rio tem a maior quantidade de armas estocadas, qual é o motivo? O estado de São Paulo apreende muito mais do que o Rio e a quantidade é menor”, questiona ele.
Segundo Mingardi, a legislação determina que as armas fiquem apreendidas até o processo transitar em julgado. “Mas há muitas armas de casos que já transitaram que continuam guardadas, esquecidas. É uma bagunça, principalmente no interior, onde os fóruns não têm segurança nenhuma”, diz.
Depósito de armas da Dfae, da Polícia Civil, no Rio
(Foto: Renato Wrobel/Acervo Viva Rio)Antônio Rangel, da ONG Viva Rio, aponta falhas na situação das armas. “Pelas nossas andanças pelo país, encontramos depósitos inapropriados, facilmente acessíveis para os bandidos”, diz ele. “Outro problema é que o Exército parou de destruir as armas em alguns estados após determinação judicial, pois armas históricas estavam sendo destruídas”, critica.
Ele considera um “arcaísmo manter as armas fisicamente” nos fóruns, enquanto poderiam ser guardados apenas laudos conclusivos. “Muitas armas ficam nos tribunais ilegalmente, indevidamente. E, com falhas na segurança, essas armas são desviadas, roubadas, facilmente acessíveis.”
Casos de roubos de armas em fóruns do país, segundo dados da CPI do Tráfico de Armas
Bacabal (Maranhão), em 2011, 159 armas
Arapiraca (AL), 2011, 29 armas
Penedo (Alagoas), em 2011, 21 armas
Mauriti (Ceará), 2011, 16 armas
Caxias do Sul (Rio Grande do Sul), 2010, 300 armas roubadas
Campina Grande (Paraíba), 2010, 22 armas
Ivaiporã (Paraná), 2010, 12 armas
São José dos Pinhais (Paraná), 2010, 9 armas
Banabuiú (Ceará), em 2010, número não divulgado
Itiúba (Bahia), 2009, 49 armas
Inocência (Mato Grosso do Sul), 2009, 13 armas furtadas
Campina da Lagoa (Paraná), 2009, número não divulgado
Bragança Paulista (São Paulo), em 2008 - 240 armas roubadas
Pinheiro (Maranhão), não divulgado o ano, 10 armas
Além dos tribunais, muitas armas apreendidas e que integram processos judiciais estão sob a guarda das polícias. No Rio, o diretor da Divisão de Fiscalização de Armas e Explosivos da Polícia Civil (Dfae), delegado Claudio Vieira, relatou durante uma sessão da CPI das Armas que armas que estavam acauteladas voltaram ao Dfae, sem que se soubesse como saíram. Na ocasião, Vieira disse que 150 mil armas e mais de 4 toneladas de munição estão sob custódia da Polícia Civil.
Procurado pelo G1, o delegado Claudio Vieira disse que não poderia falar sobre o tema. Já a Polícia Civil do Rio informou que as armas que estão acauteladas na sede do Dfae estão em condições de segurança.
O deputado Paulo Pimenta, relator da CPI do Tráfico de Armas do Congresso, levantou uma série de casos como roubos e furtos de fóruns no país nos últimos anos (veja tabela ao lado). “No Fórum de Arapiraca, em Alagoas, dois PMs foram presos após desviarem 140 armas durante dois anos. Em muitas cidades do interior, a segurança é precária. Encontramos um lugar onde um segurança privado de mais de 70 anos era o único guarda noturno do local”, diz ele.
O Tribunal de Justiça de Alagoas informou que o caso foi investigado, que não havia funcionários do Judiciário envolvidos e que estuda novas medidas de segurança a serem implementadas.
“Quando aumentam-se as ações de controle de fronteira e a repressão ao crime organizado, os criminosos voltam sua atenção para esses espaços (os tribunais). O controle sobre essas armas é falho”, acredita o deputado.
O Exército não respondeu, até a publicação desta reportagem. A Secretaria de Estado de Segurança Pública do Rio de Janeiro disse que "cada corporação cuida da segurança do seu próprio paiol".
Envie seu cometário para ratinhodejesus@hotmail.com por um país sem armas e sem violência.((61))8241-0313-TIM-Brasília: O SEU CANAL DE NOTÍCIA 24HS Direto da Câmara dos Deputados e Senado Federal. Comente você também! Seja mais um Brasileiro de LUTA por seus ideais.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
EMPRESÁRAIO DE SUSSESO VISLUMBRA SER PREFEITO NO PARÁ: LEIA COM ATENÇAO!!!
O empresário Júnior Alves Leolpodo, Diretor executivo da MAX DOMINI,maior cemitério Park da Região Norte do Brasil e da Amazônia,está sendo sondado por políticos influentes no cenário nacional de Brasília, para vir candidato à Prefeito nas próximas eleições no Município de Marituba no estado do Pará.
Júnior DA MAX DOMINI como é conhecido na àrea política, foi proucurado pelo blog através de Brasília mais não foi encontrado na Empresa, para confirmar o que vem sendo ventilado aqui em Brasília..
Júnior, apesar jovem e gozar de seus 40 anos(mais de 20 como empresário), sempre descarta à possibilidade de pleitear o executivo em Marituba apesar de, sempre ser proucurado por politicos da cidade onde; prefere gerenciar á empresa de seu pai (seu Leopoldo) que tem um grande empreendimento na Região Metropolitana de Belém(RMB), especialmente em Marituba onde sempre tem procurado contribuir com o desenvolvimento da cidade que hoje tem mais de 108 mil habitantes.
À Max Domini que é uma empresa privada, e gerencia no Município de Marituba, centenas de empregos diretos e indiretos por isso, amigos do Município paraense(Marituba), tem feito inúmeros apelos ao empresário, no sentido de que JÚNIOR saia candidato à Prefeito no próximo pelito, para gerar com tranparência o herário público, haja visto, o atual Prefeito Bertoldo Couto está sem perspectiva de implacar sua reeleição devido ser grande sua rejeição em Marituba no Pará."É preciso que o empresário Júnior Diretor executivo do grupo MAXI DOMINI se decida urgente ser Prefeito de nossas cidade".
"Precisamos de Um Homem sério ético e sobre tudo, responsável com o herário público pois, quem tem o dom de gerenciar uma grande mpresa com milhões como à MAX DOMINI, tem tudo para dar certo como Prefeito de nossa cidade e ele(Júnior), tem nosso apoio pois, um bom ordenador de despesa de empresa pode ser um bom Prefeito"
Disso não tenho dúvidas", me disse por telefone, Antônio Carlos, formador de opinião e líder comunitário de Marituba que completou": Marituba precisa de uma limpeza geral na politica e nada mais justo para nós de Mraituba ter-mos Júnior como Prefeito do Município pois além do carinho que tem por Marituba, poderia nos ajudar na subida da arrecadação de Marituba gerando novos empregos e novas oportunidades para nossa população", finalizou o líder.
O blog tentará daqui de Brasília fazer uma entrevista completa nos próximos dias, para saber à posição do empresário à respeito do assunto.
O que se sabe de fato é que, alguns partidos politicos tem sondado Júnior para compor chapa mais isso só será esclarecido de fato, com uma possível entrevista do empresário que iremos intitular de: JÚNIOR ABRE O JOGO EM 2012.
Marituba que está completamente abandonada pelo poder público Municipal, agora terá oportunidade também para discutir como os candidatos à prefeitos nas próximas eleições qual à MELHOR OPÇÃO para os próximos 04(quatro) anos.
Estaremos daqui de Brasília sempre, de braços abertos para Marituba, no sentido de que nos enviem opinião desse novo nome que surge como alternativa para salvar Marituba do abandono que se encontra à cidade.
Contatos para opinião: ratinhodejesus@hotmail.com
(61)8429-9554 Brasília
Qual o melhor candidato para Marituba em 2012 para Prefeito?
Empresários que fazem da politica curral de emprego?
Politicos sem emprego?
ou empresários que não dependem da politica para sobreviver?
O que você acha do ex verador Elivan como candidato à Prefeito?
Mário filho?
Ou júnior MAXI DOMINI em 2012?
responda, seu debate é importante para salvar Marituba da corrupção!
Brasília(DF), 13 de abril de 2012.
Júnior DA MAX DOMINI como é conhecido na àrea política, foi proucurado pelo blog através de Brasília mais não foi encontrado na Empresa, para confirmar o que vem sendo ventilado aqui em Brasília..
Júnior, apesar jovem e gozar de seus 40 anos(mais de 20 como empresário), sempre descarta à possibilidade de pleitear o executivo em Marituba apesar de, sempre ser proucurado por politicos da cidade onde; prefere gerenciar á empresa de seu pai (seu Leopoldo) que tem um grande empreendimento na Região Metropolitana de Belém(RMB), especialmente em Marituba onde sempre tem procurado contribuir com o desenvolvimento da cidade que hoje tem mais de 108 mil habitantes.
À Max Domini que é uma empresa privada, e gerencia no Município de Marituba, centenas de empregos diretos e indiretos por isso, amigos do Município paraense(Marituba), tem feito inúmeros apelos ao empresário, no sentido de que JÚNIOR saia candidato à Prefeito no próximo pelito, para gerar com tranparência o herário público, haja visto, o atual Prefeito Bertoldo Couto está sem perspectiva de implacar sua reeleição devido ser grande sua rejeição em Marituba no Pará."É preciso que o empresário Júnior Diretor executivo do grupo MAXI DOMINI se decida urgente ser Prefeito de nossas cidade".
"Precisamos de Um Homem sério ético e sobre tudo, responsável com o herário público pois, quem tem o dom de gerenciar uma grande mpresa com milhões como à MAX DOMINI, tem tudo para dar certo como Prefeito de nossa cidade e ele(Júnior), tem nosso apoio pois, um bom ordenador de despesa de empresa pode ser um bom Prefeito"
Disso não tenho dúvidas", me disse por telefone, Antônio Carlos, formador de opinião e líder comunitário de Marituba que completou": Marituba precisa de uma limpeza geral na politica e nada mais justo para nós de Mraituba ter-mos Júnior como Prefeito do Município pois além do carinho que tem por Marituba, poderia nos ajudar na subida da arrecadação de Marituba gerando novos empregos e novas oportunidades para nossa população", finalizou o líder.
O blog tentará daqui de Brasília fazer uma entrevista completa nos próximos dias, para saber à posição do empresário à respeito do assunto.
O que se sabe de fato é que, alguns partidos politicos tem sondado Júnior para compor chapa mais isso só será esclarecido de fato, com uma possível entrevista do empresário que iremos intitular de: JÚNIOR ABRE O JOGO EM 2012.
Marituba que está completamente abandonada pelo poder público Municipal, agora terá oportunidade também para discutir como os candidatos à prefeitos nas próximas eleições qual à MELHOR OPÇÃO para os próximos 04(quatro) anos.
Estaremos daqui de Brasília sempre, de braços abertos para Marituba, no sentido de que nos enviem opinião desse novo nome que surge como alternativa para salvar Marituba do abandono que se encontra à cidade.
Contatos para opinião: ratinhodejesus@hotmail.com
(61)8429-9554 Brasília
Qual o melhor candidato para Marituba em 2012 para Prefeito?
Empresários que fazem da politica curral de emprego?
Politicos sem emprego?
ou empresários que não dependem da politica para sobreviver?
O que você acha do ex verador Elivan como candidato à Prefeito?
Mário filho?
Ou júnior MAXI DOMINI em 2012?
responda, seu debate é importante para salvar Marituba da corrupção!
Brasília(DF), 13 de abril de 2012.
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